MP processa ex-prefeito e ex-secretários de Natividade
Ônibus escolar custa mais caro em Guapimirim
Despedaçado, PMDB está ferido de morte em Magé
No jogo sujo da política pequena o povo de Japeri sai perdendo
Promessas e sujeira atulham a Baía de Guanabara
A votação é secreta e a urna eletrônica não é conectada em rede, o que torna impossível a identificação

Cabos eleitorais pressionam eleitor dizendo que conseguem saber na hora em quem ele votou

O sistema de votação adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral é extremamente seguro. As urnas eletrônicas não são conectadas em rede, o que equivale dizer que não há nenhum tipo de acesso externo, sendo impossível identificar quem votou em quem, como cabos eleitorais e até mesmo alguns candidatos andam dizendo em Saquarema, nos bairros mais carentes, onde eleitores com menor nível de escolaridade são abordados por eles com este tipo de coação. Tornou-se comum no município as pessoas serem abordadas e ouvirem a seguinte lorota: “Estamos contando com o seu voto mais uma vez, mas olha lá, pois temos o número do seu título e vamos saber se você votou ou não em nosso candidato”.

    Dos seis candidatos à Prefeitura de Casimiro de Abreu apenas um, o vereador João Medeiros Neto (Rede) recebeu doação de campanha até agora. Ele declarou à Justiça Eleitoral ter depositado na conta de sua candidatura R$ 5.880,00, R$ 5 mil doados por ele mesmo. O restante foi dado por Paulo Eurico Paz. João Medeiros declarou ainda ter gasto até agora R$ 1.330,00, despesa feita junto à uma empresa de comunicação visual. Como todos os concorrentes já colocaram suas campanhas nas ruas resta saber de onde estão saindo os recursos. Entre todo os candidatos o empresário Wagner Heringer é o mais rico, tendo dinheiro de sobra para custear a própria campanha. Ele declarou ter R$ 13.882.889,47 em patrimônio e o limite de gastos definido para um candidato a prefeito na cidade é de R$701.079,04.

A Promotoria de Justiça denunciou o ex-prefeito Marco Antônio da Silva Toledo e cinco ex-secretários

Ação é por improbidade administrativa

O ex-prefeito de Natividade, município do Noroeste Fluminense, Marco Antônio da Silva Toledo foi denunciado à Justiça pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (Núcleo de Itaperuna). Na ação, além do ex-prefeito, são acusados de improbidade administrativa Euzimar de Fátima Bazeth Ferreira, Vitor Vieira Cellis, Jaqueline Luquetti Gonçalves, Edie Vieira Teixeira e Lucia Regina de Figueiredo Vieira, que comandaram as secretarias de Governo, Educação, Cultura, Desenvolvimento Urbano Edie Vieira Teixeira e Turismo, respectivamente. Também no processo as empresas Jdcon Construções e Incorporações, Fercicle Comercial Eireli e R.M. Transporte e Terraplanagem.

No dia 11 de julho a vereadora Rizê participou da entrega do ônibus e dias depois, em reunião com profissionais da Educação, foi citada pelo secretário Rui Aguiar como responsável pela "grande conquista"

Registro de preços do governo federal aponta valor bem menor

Com toda pompa e circunstância - inclusive com a presença da vereadora Rizê Silvério -, no dia 11 de julho desde ano o prefeito Marcos Aurélio Dias entrou no pátio da Prefeitura de Guapimirim dirigindo um micro ônibus escolar da marca Volare. Nada demais se administração municipal não tivesse pago R$ 184 mil pelo veículo, que pode ser comprado normalmente pelo valor máximo de R$ 168 mil (modelo com plataforma para o acesso de cadeirantes), conforme consta de ata de registro de preços do Ministério da Educação, valor vigente até o dia 4 de abril de até 2017. De acordo com documentos aos quais o elizeupires.com teve acesso, a compra teria sido fechada inicialmente em R$ 150 mil, mas foi autorizado depois um termo aditivo no valor de R$ 36.400,00.

Sabino teve mais de R$ 2.3 bilhões em mãos até agora e mesmo assim não consegue dar conta do recado

A receita acumulada de janeiro de 2013 até o dia de hoje soma cerca de R$ 2.3 bilhões

A cidade parou no tempo. Nada acontece, os serviços essenciais estão a cada dia pior e para todos os questionamentos sobre o emperramento da máquina pública ouve-se em alto e bom som um “é a crise”. A resposta decorada por todos os membros do governo ecoa como se o município de Rio das Ostras não tivesse recursos financeiros suficientes, muito mais dinheiro que a receita de cidades com universo populacional na mesma faixa, como o município de Araruama, por exemplo, que tem cerca de 130 mil habitantes, receita muito menor e uma gestão que não fica chorando miséria. Para se ter uma ideia da situação basta conferir os números: nos últimos três anos a Prefeitura de Araruama arrecadou cerca de R$ 900 milhões, menos da metade dos mais de R$ 2 bilhões que o prefeito Alcebíades Sabino dos Santos teve para administrar no período e não realizou nada do que prometeu durante a campanha eleitoral de 2012, quando conquistou o terceiro mandato.