Reabertura do Hospital Iguaçu está emperrada

Recurso financeiro foi liberado em outubro pelo governo estadual

Vítima da desastrosa administração do então prefeito Lindberg Farias (PT), que levou à falência várias unidades de saúde conveniadas e creches comunitárias, deixando de repassar a essas instituições os recursos específicos enviados pelo governo federal para garantir o atendimento, o Hospital de Caridade Iguassu está sendo afetado agora pela burocracia. A unidade, inaugurada em 1935 e fechada em 2009 por conta do calote da Prefeitura, deveria estar em reforma desde o início do mês passado, mas não nenhum sinal de que isso vá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2014.

 

No dia 16 de setembro o prefeito Nelson Bornier, o secretário municipal Luiz Antônio Teixeira Junior e o então secretário estadual, Sergio Cortes, visitaram o hospital e anunciaram que, “no máximo em dois meses”, as obras seriam iniciadas. Dias depois dessa afirmação foi confirmada, através da ela Comissão Intergestores Bipartite, que reúne estado e os municípios, a liberação de R$ 3 milhões de recursos estaduais para garantir a reforma. Desde então já se foram três meses e até ontem a Prefeitura não havia se manifestação sequer sobre o processo licitatório.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, as obras durariam seis meses e o prédio seria adaptado para funcionar como unidade exclusiva para internação, com 100 leitos. “Acreditamos que após as definições de como será a unidade e o contrato assinado, as obras duram em média 180 dias”, disse Sergio Côrtes na época, com o prefeito Nelson Bornier completando: “O Hospital Iguaçu é uma tradição do nosso município e um equipamento de saúde extremamente necessário para darmos continuidade ao nosso programa de humanizar a saúde pública da cidade”.

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