Cem dias de nada em Queimados: Início de gestão de Glauco Kaizer não está agradando, reclamam lideranças comunitárias locais

Glauco chegou ao poder com ungido pelo deputado Aureo Lídio que, comentam por lá, teria muita influência no governo

O prefeito Glauco Kaizer está completando neste sábado 100 dias de gestão, mas já acumula criticas e descontentamento, inclusive entre servidores. Funcionários das unidades de saúde reclamam que o salário que antes saia dentro do mês trabalhado hoje não tem data certa para ser pago. Se funcionários reclamam, moradores também não dizer ao elogiam: em plena aceleração da pandemia de Covid-19 o prefeito permitiu que sua secretária de Saúde fechasse para internação a unidade voltada para os casos da doença. Além disso, revelam, o atendimento da rede médica municipal estaria a cada dia pior.

Glauco Kaizer passou início de gestão reclamando de dívidas deixadas pela administração anterior e até hoje não conseguiu mostrar a que veio, na visão de observadores mais atentos ao funcionamento da máquina administrativa municipal, que, segundo o hoje prefeito dizia na campanha, diminuiria de tamanho no seu governo, o que não aconteceu: o número de secretarias ainda é o mesmo (29) e, no mês passado foram feitas cerca de três centenas de nomeações em cargos comissionados, boa parte indicada por vereadores que já não olham mais de cara feia para o governo.

*O espaço está aberto para manifestação da Prefeitura de Queimados.

Comentários:

  1. O governo de Glauco Kaizer deixa a desejar por conta da inexperiência administrativa na área pública. O receio é que terá que aprender durante o mandato. O fechamento do Hospital de Campanha foi exemplo nítido de incapacidade da gestão e articulação política, que só agora ocorreu por iniciativa de Max Lemos e Alana Passos junto ao governador Cláudio Castro. Questões sobre o grande número de nomeações também são destaques negativos para um prefeito que na campanha eleitoral prometeu diminuir a folha salarial da PMQ. Outro equívoco foi em campanha eleitoral alardear aos 4 cantos de Queimados que se eleito fosse não cederia a pressão da Câmara Municipal de Queimados para nomear indicados por vereadores. Qualquer político com um pouquinho de discernimento sabe que prefeito algum suporta a pressão do legislativo e acaba cedendo, caso contrário, não governa. Portanto, é torcer para que Gláucio comece a acertar no básico e pare de exonerar servidores competentes pelo simples fato de terem servido a governos anteriores. Existem servidores públicos substituíveis e existem os imprescindíveis.

Envie seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *.