Waguinho e Jorge Miranda deixaram Washington Reis no chinelo nas urnas

Gestores de Belford Roxo e Mesquita mostram mais trabalho e capacidade de gestão que o prefeito de Duque de Caxias e colhem, por isso melhor avaliados

Elizeu Pires

Jorge Miranda ficou com 78,63% dos votos e Waguinho somou 80,63% da votação

Jorge Miranda, prefeito de Mesquita, é o que se pode chamar de “pato novo”, mas esse, ao contrário do dito popular, tem mergulhado fundo. Disputou a primeira eleição em 2016 e, no ano passado, foi reeleito com 78,63% dos votos, quase encostado no “cascudo” Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, que já foi vereador, deputado, prefeito em 2016 e reeleito com 80,40%. Além dos números que falam por si, ambos têm as realizações, o trânsito livre e o respeito de outros gestores públicos, ao contrário do prefeito de  Duque de Caxias, Washington Reis, que tem números menores, rejeição no próprio meio e é visto como quem não respeita a casa do vizinho e anda para as decisões judiciais.

Enquanto Reis tenta impor uma aceitação, os Jorge e Waguinho recebem convites e tem espaço aberto para voos maiores, Waguinho e Miranda não sabem se estarão nos mandatos em abril de 2022, pois ambos tem caminhos abertos para nova caminhada. Já o prefeito de Caxias, não sabe se continua no cargo, não por conta das eleições do ano que vem, mas por uma condenação criminal que pode lhe tirar da cadeira a qualquer momento.

Embora se ache “Rei da Baixada”, Reis não é bem aceito pelos demais prefeitos da região. Isso já vinha acontecendo há algum tempo, mas recrudesceu no ano passado, quando ele tentou impor sua vontade em São João de Meriti e se deu mal. Primeiro tentou tirar o MDB de uma aliança com DEM, que tinha o prefeito João Ferreira Neto candidato a reeleição. Deu com os burros n´ água, e, então achou que conseguiria dar o troco levando sua estrutura para apoiar o adversário do Dr. João no segundo turno, o deputado estadual Léo Vieira. Foi mais uma derrota: João Ferreira Neto atropelou Reis e os deputados Professor Joziel, Marcio Canela, Giovani Ratinho e Marcos Muller, que foi vice de Vieira.

*O espaço está aberto para manifestação dos citados na matéria.

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