● Elizeu Pires

Impedida de contratar com o poder público em decisão tomada pela Justiça, a Organização Social Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência (IDEAS) foi tirada da gestão do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), da Maternidade Mariana Bulhões e das UPAS Patrícia Marinho e Carlinhos da Tinguá, e não está fazendo falta, mas, ao que parece, teria gente insatisfeita com a retirada dela, a ponto de trabalhar às escondidas para tentar derrubar o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Cavalcanti.
A OS saiu sem deixar saudade, isto, é para os servidores carregadores de piano, porque, para alguns médicos e funcionários, estaria fazendo muito falta. Tanto que, ecoa pelos corredores comentários sobre um suposto complô no setor de saúde, para que a roda do leme mude de mãos.
Nos últimos meses, por exemplo, as coisas começaram a desandar no HGNI, mais conhecido como Hospital da Posse, pois a OS que o geria mandava mais que a Prefeitura. Era como se o diretor-geral da unidade, Ulisses Melo – que, aliás continua no cargo e ninguém entendeu ainda a razão -. não tivesse que dar satisfação ao prefeito Dudu Reina e, muito menos, ao secretário de saúde, e pudesse fazer o que bem entendesse. Aliás, diziam por lá até dia desses, que para as coisas serem consideradas ruins teriam que melhorar muito.