Porto Real: prefeito sem voto pode ter pretensões sepultadas…

... tem aliado querendo que ele passe a bola para outro

As eleições municipais só vão acontecer daqui a oito meses, mas o clima já é de campanha em vários municípios. Alguns prefeitos estão dispostos a disputar a reeleição e mostram cacife para isto, mas em Porto Real, cidade do interior fluminense, com cerca de 18 mil habitantes e governada por um prefeito que não recebeu um voto sequer (era vice e assumiu com a morte do eleito), tentativa de reeleição ou não é uma incógnita, pois se depender de gente do próprio grupo do prefeito Ailton Marques (foto) ele não será candidato.

“Macaco, olha teu rabo”, dizem políticos da Baixada em relação aos ataques de Anthony Garotinho em resposta a ataques

Com prisões na carreira, inquéritos nas costas e ações ainda em andamento, o ex-prefeito de Campos, Ex-governador do Rio e ex-deputado Anthony Garotinho está com os direitos políticos suspensos, mas não perde a pose de moralista. De olho Baixada Fluminense – após de ter sido humilhado em sua terra natal – vem atacando políticos na região. Depois do prefeito Rogério Lisboa, de Nova Iguaçu, que não teria atendido pedidos de inserções publicitárias no programa que Garotinho apresentava na Rádio Tupi e passou a ser tratado como inimigo, chegou a vez de o prefeito de São João de Meriti, João Ferreira Neto, Dr. João, ser atacado nas redes sociais, mas o troco veio rapidinho e sem meias palavras...

“Qual a moral que esse político tem para falar de mim?” foi o mínimo o prefeito de Meriti externou antes de dizer que a raiva de Garotinho seria motivada pelo não financiamento de seu programa radiofônico pelo governante meritiense, e além de Dr. João, o presidente da Câmara de Vereadores, Davi Perini, o Didê, também foi à rede social dar a resposta e questionar a moral de Garotinho, sustentando que o ex-governador teria mesmo pedido recursos para financiar o programa na Tupi

Corintianos ficam sem partido político

Pedido de registro foi negado pelo TSE

Por unanimidade, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, durante a sessão administrativa desta quinta-feira (20), o pedido de registro do Partido Nacional Corinthiano (PNC), ao não conhecer o requerimento apresentado pela sigla. Os integrantes da Corte seguiram o voto do relator, ministro Luis Felipe Salomão, que apontou a inexistência de prova do apoiamento mínimo do eleitorado no prazo de dois anos contados da aquisição da personalidade civil, que ocorreu no dia 31 de agosto de 2018.

De acordo com a Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/95), é admitido o registro do estatuto de partido político que tenha caráter nacional, considerando-se como tal aquele que comprove, no período de dois anos, o apoiamento de eleitores não filiados a partido político, correspondente a, pelo menos, 0,5% (cinco décimos por cento) dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, não computados os votos em branco e os nulos, distribuídos por um terço, ou mais, dos Estados, com um mínimo de 0,1% (um décimo por cento) do eleitorado que haja votado em cada um deles.

Prefeito interino de Silva Jardim tem candidatura impugnada

Decisão tira do páreo também sua companheira de chapa

A decisão afeta também a candidata a vice, Marcilene Xavier O juízo da 63ª Zona Eleitoral impugnou o registro de candidatura solicitado pelo prefeito interino de Silva Jardim Jaime Figueiredo, que pretende disputar a eleição suplementar marcada para o dia 8 de março. Jaime foi barrado por se lançar candidato sem o tempo mínimo de seis meses de filiação partidária determinado por lei. Ele  filiou-se ao PROS alegando ter sido expulso do PL, mas em vez de provar isso na Justiça Eleitoral optou por pedir que fosse homologada sua saída do Partido Liberal, que tem a ex-vereadora Zilmara Brandão como candidata a prefeita. Na mesma decisão foi impugnada a candidata a vice-prefeita da chapa de Jaime, a Vereadora Marcilene Xavier.

Mesmo com mais dinheiro que cidade com o sêxtuplo de moradores, Itatiaia deixa a desejar e ainda apela por empréstimo

Itatiaia, cidade do Sul do estado do Rio de Janeiro, tem, de acordo com o IBGE, cerca de 32 mil moradores, um universo populacional seis vezes menor que a população de Mesquita, na Baixada Fluminense, que, proporcionalmente, arrecada bem menos. Comparando os orçamentos dos dois municípios com os respectivos números de habitantes, Itatiaia é a cidade rica, Mesquita a pobrezinha. Só que quem está apelando por empréstimo é o prefeito Eduardo Guedes, o Dudu (foto), e não Jorge Miranda.

Eduardo, cuja gestão é muito criticada por moradores, comerciantes e lideranças comunitárias, vai administrar – segundo o Portal da Transparência de seu município – uma receita estimada em aproximadamente R$ 295 milhões, o equivalente a R$ 9.211,96 por itatiaiense. Jorge Miranda, que precisa de cuidar de cerca de 200 mil pessoas, vai trabalhar com uma receita de R$ 352,9 milhões, R$ 1.764,50 por cada mesquitense. Enquanto em Itatiaia os moradores  reclamam do atendimento precário e da falta de medicamentos na rede de saúde, Mesquita vai se aproximando dos 100% na cobertura na atenção básica. Tem mais: as obras acontecem e a cidade mais jovem da Baixada Fluminense vai mudando de cara e de jeito de ser.

TSE declara inelegibilidade de Rosinha Garotinho em ação movida em 2012 pelo Ministério Público Eleitoral

O Ministério Público Eleitoral (MPE) obteve, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acórdão favorável em ação de investigação judicial eleitoral (AIJE), ajuizada em 2012, por abuso de poder político, em face da então prefeita reeleita do município de Campos dos Goytacazes, Rosinha Garotinho; do vice-prefeito Francisco Arthur de Souza Oliveira, mais conhecido como Doutor Chicão, e reeleito na mesma chapa; de Anthony Garotinho, esposo de Rosinha e à época deputado federal; e do vereador da mesma cidade do Norte Fluminense, Mauro José da Silva.

Na decisão, publicada na sexta-feira (14/02), o TSE negou provimento aos recursos especiais interpostos por Rosinha e Chicão, atendendo ao recurso especial do MPE para cassar os diplomas e declarar a inelegibilidade de ambos. Como previsto no art. 1º, I, d, da Lei Complementar 64/90, a inelegibilidade tem início no dia da eleição em que este se verificou e finda no dia de igual número no oitavo ano seguinte. Como o primeiro turno da eleição municipal de 2012 ocorreu em 7 de outubro, ambos estão impedidos de participar do pleito deste ano, com primeira votação agendada para o dia 4 do mesmo mês.

Obstrução a CPI complica ainda mais a vida do prefeito de Itaguaí

Justiça determina busca e apreensão de documentos sonegados, caso Charlinho não os envie à Câmara

Certo de que tem maioria na Câmara para evitar sua cassação, o prefeito Carlo Busatto Junior, o Charlinho (foto), está "andando" para a comissão de inquérito instalada para investigar ele e o vice-prefeito Abeilard Goulard Filho, o Abeilardinho, denunciados por suposta prática de nepotismo. Tanto que ele decidiu não enviar um só dos documentos solicitados pelos membros da comissão, que tiveram de recorrer à Justiça para ter acesso à papelada. Apontado como "o último coronel da política fluminense", Charlinho vem ganhando no grito há muito tempo, uma vez que sempre consegue a sustentação da maior parte dos membros da Casa quando lhe tentam tirar a cadeira por supostas irregularidades apontadas em sua gestão.

Silva Jardim rejeita dois ex-prefeitos e um interino

Revela pesquisa sobre eleição suplementar

Segundo a pesquisa, 82% eleitores não votariam em um candidato apoiado por Anderson; Cilene teria 41% de rejeição, e Jaime, seu sucessor, faz um governo ruim para 40% e péssimo para 20% dos entrevistados A pequena Silva Jardim, no interior do estado do Rio de Janeiro, está fervendo com uma campanha eleitoral fora de época, visando à eleição do novo prefeito da cidade, em pleito suplementar marcado para o dia 8 de março. A última pesquisa de intenção de votos diz que a candidata do PL, Zilmara Brandão, estaria liderando a disputa com 32%, seguida de Válber Tinoco (Republicanos), com 20%, mas os números que mais chamam a atenção na consulta feita nos dias 3 e 4 deste mês pelo Instituto Opiniun - registrada no TSE sob o protocolo RJ-05298/16 - referem-se à rejeição.

Queimados tem um delegado disposto a por ordem na casa

Zaqueu Teixeira confirma pré-candidatura a prefeito

"Um político de ficha e mãos limpas". É desta forma que o delegado aposentado e ex-deputado estadual Zaqueu Teixeira (foto) é visto na Baixada Fluminense. Nascido em Queimados, criado pela avó, é um exemplo de superação e, como ele mesmo diz, chegou muito longe para um menino que só começou a frenquetar a escola aos nove anos de idade e disparou para uma vida de sucesso. "Quero cuidar da minha cidade", diz o homem que exerceu dois mandatos de deputado, foi chefe da Polícia Civil do estado do Rio de Janeiro, secretário estadual de Assistência Social e agora quer ser o melhor prefeito da história do ex-distrito de Nova Iguaçu.

Vice-prefeito de Queimados troca PSDB pelo DEM para disputar a Prefeitura contra grupo que governa a cidade desde 2009

Confirmado. O vice-prefeito de Queimados, Carlos Machado (foto) vai sacramentar neste sábado (15) o rompimento político com o grupo que está no poder na cidade desde janeiro de 2009. Em 2016 ele formou chapa com o prefeito Carlos Vilela (MDB), mas resolveu fazer carreira solo este ano. Para isto vai deixar o PSDB – que ficará sob o sob o controle do pessoal ligado ao agora deputado estadual Max Lemos –, ingressando no Democratas. Neste sábado, numa reunião na qual estarão presentes pesos pesados do DEM, Machado pretende oficializar o início da nova caminhada.