Perto de entrar para a lista das cidades com eleição em dois turnos, Magé deve se fechar em torno de candidatos locais em 2022

● Elizeu Pires

Nos corredores do poder fala-se em Vinicius Cozzolino e Valdec Mattos Atualmente com dois representantes locais em Brasília – um titular e outro na condição de suplente em exercício de mandato – o município de Magé, na Baixada Fluminense, tem um histórico de preferir nomes de fora aos candidatos locais na hora de votar para deputado. No pleito municipal de 2020 o município tinha o total de 193.559 eleitores inscritos, sendo que 43.177 deles (22,31%) abriram mão do direito de escolha, não comparecendo às urnas. Daqui a três anos e um mês, quando acontecerão novas eleições para prefeito e vereadores, Magé já deverá ter passado da casa dos 200 mil votantes. Aí o pleito majoritário será em dois turnos, mas isso é para se pensar depois, já que dois 2022 está logo ali...

Pressão do prefeito de Miguel Pereira para manter parceiro no comando do Legislativo seria motivada por parecer contrário nas contas de 2020

● Elizeu Pires

Um déficit financeiro de mais de R$ 2 milhões nas contas de gestão do prefeito André Pinto de Afonseca, o André Português, referentes ao exercício de 2020, pode ter sido a razão de o governante ter comprado uma briga com seis dos 11 vereadores da cidade, com o objetivo de manter no controle da Câmara um aliado seu.

Justiça cassa mandato de vereador em Teresópolis e determina redistribuição dos votos, o que mudará formação da Câmara

● Elizeu Pires

Em decisão tomada nesta quinta-feira (23), a juíza Marcela Assad Caram, da 195ª Zona Eleitoral, cassou o mandato do vereador Gustavo Santos de Simas, beneficiado com fraude contra a cota de gênero cometida pela direção do PSL de Teresópolis na composição da lista de candidatos nas eleições de 2020.  A magistrada determinou ainda a redistribuição proporcional dos votos.

Retorno de Lindberg Farias à Nova Iguaçu teria a ver com 2024 e não com as eleições de 2022, dizem os que ainda o cercam

● Elizeu Pires

Ele deixou a Prefeitura de Nova Iguaçu em março de 2010 para concorrer a uma cadeira no Senado e saiu deixando um rastro de destruição, obras inacabadas, cerca de R$ 500 milhões em dívidas, além de um rombo de R$ 400 milhões na previdência dos servidores. Agora exercendo um mandato de vereador na capital fluminense, ele anuncia que está de volta. A ideia inicial é uma participação semanal em um programa de rádio, com vistas às eleições de 2022, quando pretende lançar-se a deputado federal, mas a meta mesmo, revelam os que ainda o cercam, seria disputar o governo municipal em 2024.

Questão financeira falou mais alto na redução do número de vereadores em Queimados: Câmara passará a ter apenas 13 cadeiras

● Elizeu Pires

Embora o número de cadeiras não seja levado em conta na hora de definir o valor do duodécimo a ser transferido para as câmaras de vereadores, o corte de quatro cadeiras na composição do Poder Legislativo em Queimados, na Baixada Fluminense, para a legislatura a ser iniciada em janeiro de 2025, foi impulsionado por questões financeiras.

André Cecliano X Washington Reis, uma disputa que lideranças da Baixada Fluminense gostariam de ver em 2022

● Elizeu Pires

O primeiro está vivendo seu melhor momento na vida pública, cotado para concorrer ao Senado, até mesmo ao governo estadual. O segundo tem contas a acertar com a Justiça, uma condenação a sete anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, sentença por crime ambiental já confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), cuja execução vem sendo empurrada com a barriga com o uso de embargo sobre embargo, e agora com a troca de advogado.

Na marra não, prefeito

● Elizeu Pires

Alguém precisa lembrar ao prefeito de Miguel Pereira, pequena cidade do centro-sul do estado Rio de Janeiro, André Pinto de Afonseca, o André Português (foto), que ele é chefe de um poder só, o Executivo. Dizer a ele que o Legislativo é outra praia, um poder independente, no qual quem dá as cartas são os representantes eleitos para comporem a Casa.

Encontro de Washington Reis com Michel Temer é visto na Baixada como “busca de ajuda” por conta de julgamento marcado no STF

● Elizeu Pires

Na última segunda-feira (13), o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis e seu irmão, o deputado estadual Rosenverg Reis, ambos do MDB, posaram para foto ao lado do ex-presidente da República, Michel Temer. Divulgou-se que a visita, segundo WR, foi para parabenizar Temer pela intervenção feita por ele na semana passada para "unir os poderes e pacificar o país", mas a razão do encontro, entretanto, segundo se comenta nos ambientes políticos da Baixada Fluminense, seria outra.