Apesar da negativa de delação, possível “colaboração” de Bacellar preocupa e muito antigos aliados

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução

Familiares do ex-onipotente Rodrigo Bacellar (foto), que está preso desde o dia 27 de março, tem dito que ele não faria uma delação premiada porque não se veria como delator, mas isso não serviu para baixar a temperatura em alguns ambientes de poder, principalmente depois que os mesmos parentes deixaram escapar que o ex-presidente da Assembleia Legislativa que estariam “chateados” com o comportamento de alguns (ex) amigos do homem que, no interior, era anunciado como “o mais poderoso do e estado”.

O fato é que tem muita “cabreira”, em estado de alerta, desde que, na semana passada, ganhou espaço a informação de que Bacellar estaria em tratativas para uma delação premiada, inclusive com a possibilidade de devolver cerca de R$ 300 milhões aos cofres públicos.

Advogados e pessoas chegadas a ele trataram logo de desmentir, mas agora fala-se que alguns familiares estariam tentando convencer Rodrigo a colaborar com as investigações, não delatar.

Não daria no mesmo?