Benedita defende políticas para a Melhor Idade
Candidata ao Senado afirma que Brasil precisa garantir envelhecimento com dignidade

A candidata ao Senado Benedita da Silva (PT) afirmou que a criação e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à população idosa estarão entre as prioridades de seu mandato e do presidente Lula, caso eleitos.
Para a ex-governadora do Rio, o Brasil precisa se preparar para o envelhecimento da população e garantir que os idosos possam viver com dignidade, autonomia e participação social.
“Precisamos cuidar dos idosos de uma forma que eles não se sintam inúteis porque envelheceram. A gente pode ter um envelhecimento digno”, afirmou Benedita, durante entrevista ao jornal Diário do Rio, no centro da capital, nesta terça-feira (8).
A defesa dos direitos da população idosa foi apresentada pela candidata como parte de uma trajetória política marcada pela atuação em defesa dos setores mais vulneráveis da sociedade. Evangélica desde os 26 anos de idade, Benedita relacionou esse compromisso à sua fé cristã e aos ensinamentos de Jesus.
Fé na política – “Eu faço aquilo que Cristo falou que a gente tinha que fazer: dar comida a quem tem fome, buscar harmonia entre nós. Cristo falou para a gente não mentir, para a gente não fazer fake news”, declarou.
Para Benedita, a fé não deve ser utilizada como instrumento eleitoral ou de disputa política, mas como referência para ações concretas em favor das pessoas que mais precisam.
A candidata afirmou que pretende levar para o Senado as bandeiras que marcaram sua vida pública, entre elas a defesa das mulheres, o combate ao racismo, a criação de oportunidades para a juventude das periferias e favelas e, também, uma atenção especial às políticas voltadas ao envelhecimento da população brasileira, além de temas como terras raras e inteligência artificial.
“Infelizmente, minhas bandeiras históricas continuam, afirmou citando a violência contra as mulheres, o racismo e a falta de oportunidades para jovens. Para ela, o envelhecimento da população representa um novo desafio para o Brasil e para o poder público. “O Lula já me disse que isso será prioridade no novo governo dele”, contou.