Pegou mal: Principal alvo de operação da PF só perdeu o cargo depois da porta arrombada

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução

Aliados do governador Claudio Castro avaliam que ele deveria ter se antecipado e demitido o presidente do Rio Providência, Deivis Marcon Antunes (foto), logo que estourou o escândalo do Banco Master, instituição na qual foram aplicados cerca de R$ 1 bilhão do fundo previdenciário dos servidores do estado.

Deivis só foi exonerado na tarde de ontem (23), depois de uma operação da Polícia Federal que tinha ele como alvo principal.

Os agentes estiveram na residência do agora ex-presidente, mas a casa estava fechada e ele não foi encontrado por lá.

A Operação Barco de Papel foi autorizada pelo Juízo da 6ª Vara Federal Criminal do Rio, que expediu os mandados de busca e apreensão.

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