Autoritarismo de Quaquá incomoda até os mais próximos: desmonte da estrutura do vice-prefeito pegou muito mal em Maricá

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução

Nos ambientes políticos fluminenses sempre se ouviu falar que o vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá, Washington Luiz Cardoso Siqueira, o Quaquá (foto), se relaciona melhor com nomes de outras legendas que com os próprios companheiros de partido, por conta de suas imposições. “Se não for como ele quer, não avança”, diz um petista histórico, completando que “Quaquá só é tolerado porque governa uma cidade com orçamento de R$ 7 bilhões”.

“Quaquá não conversa. Grita. Não submete suas ideias à apreciação. As impõe, e quem não dança no ritmo dele é retirado do baile. O que temos visto, infelizmente, é uma espécie de Napoleão, um prefeito de personalidade difícil, que oscila entre o autoritarismo e a intolerância”, diz outro petista, esse muito descontente com a postura adotada esta semana em relação ao vice-prefeito João Maurício de Freitas, mais conhecido como Joãozinho, que teve o gabinete praticamente desmontado.

De uma canetada só Quaquá exonerou 30 ocupantes de cargos comissionados, extinguindo toda a estrutura de trabalho montada pelo vice-prefeito, e, pelo que se comenta por lá, teria feito fez isso mais para afetar o ex-prefeito Fabiano Horta que o próprio Joãozinho, tudo porque Horta anunciou que pretendente concorrer a um mandato de deputado federal.

*O espaço está aberto para manifestação dos citados na matéria