Nova Iguaçu paga caro por limpeza que não existe…

… já pode disputar com Belford Roxo o título de cidade mais suja

Para uma cidade que gasta cerca de R$ 3 milhões por mês com o serviço de limpeza pública, Nova Iguaçu anda suja demais e nem é preciso ir aos bairros mais distantes para se constatar isso. A sujeira é vista até mesmo na área nobre do município, o centro residencial, onde é cobrado o IPTU mais caro do município. Na Rua Tabelião Murilo Costa, por exemplo, o caminhão de coleta chega a ficar até cinco dias sem passar e reclamar na Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlurb), uma autarquia inútil a qual cabe contratar e fiscalizar a limpeza pública, de nada adianta.

Aos assumir a Prefeitura, em janeiro desse ano, o prefeito Nelson Bornier denunciou que, na gestão anterior a prefeita Sheila Gama gastou mais de R$ 100 milhões em contratos emergenciais com as empresas Greem Life, Lipa, Delta, Locar e que a cidade ficou imunda nos últimos 15 dias de dezembro de 2012 porque o serviço foi interrompido no dia 17 daquele mês. Bornier, entretanto, está indo pelo mesmo caminho, com o município pagando caro por um serviço que é feito de forma precária.

“Nossa cidade tem ficado muito suja ultimamente. No final da gestão de Sheila nossas ruas ficaram entulhadas de lixo por conta da paralisação do serviço de coleta. O Bornier entrou, fez aquele mutirão de limpeza, mas cometeu o erro de contratar uma empresa que os iguaçuanos conhecem muito bem: cobra caro e presta um péssimo serviço”, protesta um comerciante da Rua Getúlio Vargas, onde o serviço também não tem sido prestado com regularidade.

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