Caso Núbia Cozzolino: processos serão restaurados, ela continua em Bangu e advogada foragida teria se entregado à Justiça

O esquema de fraude processual denunciado pelo Ministério Público e que segundo a denúncia teria funcionado entre o início de 2017 e agosto deste ano para favorecer a ex-prefeita Núbia Cozzolino e aliados em processos de improbidade administrativa que tramitam na 1ª Vara Cível de Magé, só serviu mesmo para aumentar a folha corrida, dar ainda mais trabalho ao MP e ampliar condenações. É que as peças serão restauradas, as sentenças já proferidas executadas e novas ações podem estar a caminho, pois ainda existem processos sendo analisados e passando pela lupa pericial...

Núbia Cozzolino e três membros da defesa dela estão presos desde o dia 10 (um em prisão em domiciliar). A pouco surgiu a informação de que a advogada Aidê Raquel da Mata Soares Pacheco – até ontem considerada foragida – teria se entregado à Justiça e estaria na cadeia pública de Benfica, o que ainda não foi confirmado pelo sistema prisional. Esta semana foi emitido novo mandado de prisão contra ela, este sem o Pacheco, sobrenome que Aidê deixou de usar após separação.

Empresa com contrato de R$ 2 milhões em Japeri tem como endereço um escritório de advocacia, em Belford Roxo

De acordo com o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, a DSTEC Comércio e Serviços de Informática está sediada na sala 203 do prédio 1.327 da Avenida Benjamim Pinto Dias, em Belford Roxo. No painel existente próximo ao elevador não há nenhuma placa indicando a localização da empresa e o funcionário que estava na portaria na manhã de ontem (16) afirmou que a desconhecia. Se o visitante não acreditar no porteiro e subir ao segundo andar para conferir, não vai deparar com qualquer indicação e se bater à porta da sala 203 o que vai encontrar é um escritório de advocacia.  Isso foi feito ontem na busca pela empresa que ganhou um contrato (038/2018) de R$ 2.050 milhões na Prefeitura de Japeri...

Mais tarde, por telefone, uma funcionária do escritório de advocacia passou um número de contato da empresa, um telefone diferente do informado no CNPJ (o disponibilizado no cadastro pertence a um escritório de contabilidade) e quem atendeu disse que quem poderia falar pela DSTEC não se encontrava no momento, mas que a firma funciona na sala 202, em cuja porta também não havia, ontem, nenhuma identificação.

Firma de informática contratada em Japeri tem como endereço no cadastro um escritório de advocacia, em Belford Roxo

De acordo com o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, a DS TEC Comércio e Serviços de Informática está sediada na sala 203 do prédio 1.327 da Avenida Benjamin Pinto Dias, em Belford Roxo. No painel existente próximo ao elevador não há nenhuma placa indicando a localização da empresa e o funcionário que estava na portaria na manhã de ontem (16) afirmou que a desconhecia. Se o visitante subir ao segundo andar para  procurar não vai deparar com qualquer indicação e se bater à porta da sala 203 vai encontrar um escritório de advocacia. Isso foi feito ontem na busca pela empresa que ganhou um contrato (038/2018) de R$ 2.050 milhões para implantação de sistema de gestão na Prefeitura de Japeri...

Mais tarde, por telefone, uma funcionária do escritório de advocacia confirmou o funcionamento da empresa naquele prédio e passou um número de contato diferente do informado no CNPJ da DS (o disponibilizado no cadastro pertence a um escritório de contabilidade). Quem atendeu a ligação disse que a pessoa que poderia falar sobre o contrato não se encontrava, mas que a firma funcionaria na sala 202, em cuja porta também não havia, ontem, nenhuma identificação, embora a empresa tenha como uma das atividades secundarias o comércio varejista de equipamentos e suprimentos de informática.

Comunicado aos moradores de Mangaratiba

O jornalista Elizeu Pires repudia a alteração de textos aqui veiculados para produção de noticias falsas com fins eleitoreiros. Em nenhum momento o elizeupires.com publicou matéria ligando o ex-prefeito Aarão Brito – cassado por práticas ilegais na campanha de 2016 – ao candidato do PSDB, Alan Bombeiro e muito menos revelando o apoio inexistente do empresário conhecido como Joãozinho da Locanty. Muito pelo contrário. Usar de fake news é um ato antidemocrático e criminoso, o que a mim causa repulsa e indignação. O que o elizeupires.com tem noticiado é a corrida de membros dos grupos que afundaram Mangaratiba – econômica e moralmente falando – para lado oposto ao de Alan, depois que o candidato do PDT teve prisão preventiva decretada.

O povo de Mangaratiba merece o meu mais profundo respeito e é ao lado deste povo que me coloco agora contra tentativas criminosas de usar meu nome para lançar maldades contra o cidadão, o chefe de família, o homem engajado no esforço contra o caos instalado na cidade, Alan Campos da Costa. Quanto aos informes falsos, vejo isso como uma ação desesperada dos que temem a verdade e se borram de medo daquela decisão soberana tomada nas urnas.