Três décadas já se foram e o antigo distrito continua dependendo de Resende
Três décadas já se foram e o antigo distrito continua dependendo de Resende
Inauguração de maternidade está com mais de um ano de atraso
Serão gastos mais de R$ 800 mil com a destinação dos resíduos
Estimativa de receita é de cerca de R$ 40 milhões
Implantar hortas comunitárias, orgânicas e sustentáveis nas unidades do CRAS da cidade e nas escolas da rede municipal de ensino. Essa é a proposta do projeto Mãos à Horta, cujo piloto foi lançado nesta terça-feira (28) pela Prefeitura de Mesquita, no CRAS do bairro Banco de Areia pela Prefeitura de Mesquita, na Baixada Fluminense. As hortas serão cuidadas por usuários do serviço de convivência dos próprios centros de referência e por alunos e profissionais da Educação do município. O espaço servirá como uma fonte de atividade terapêutica e de interação entre os usuários. A prática da horta também poderá ser aplicada como método de ensino para as crianças e estimular a prática de uma alimentação mais saudável e conscientizá-los sobre as questões ambientais.
"Agora, já estamos planejando o lançamento do Mãos à Horta nos outros CRAS da cidade e em unidades da rede municipal de ensino. Essa atividade servirá como instrumento de fortalecimento de vínculos entre os usuários, que é uma das prioridades da Assistência Social", avisa Aparecida Passos, coordenadora de Gestão Pública da Secretaria Municipal de Assistência Social, idealizadora do projeto.
Enxugamento representa uma economia de R$ 2,8 milhões
As cadeiras foram retiradas dos postos de trabalho e os medicamentos estão sendo empilhados no chão Profissionais de UPA são forçadas a trabalhar de pé durante todo o plantão
Uma realidade muito distante do que o marketing político do prefeito de Resende, Diogo Balieiro Diniz, tenta difundir junto à opinião pública local. Assim pode ser definido mais um flagrante de desrespeito, para não dizer falta de humanidade, tanto para com as profissionais de enfermagem quanto para com os pacientes que buscam diariamente atendimento na Unidade de Ponto Atendimento do bairro Cidade Alegria. Desta vez, as profissionais da área de enfermagem estariam sendo forçadas a trabalhar de pé ao longo de toda sua jornada de trabalho, seguindo uma fatídica determinação da direção da UPA, o que estaria contando com o apoio da mão de ferro do prefeito.
É o que se pergunta na cidade...
Transporte irregular teria apoio de político
Cobrança foi suspensa pela Prefeitura por decreto