Saúde de Saquarema se dispõe a pagar R$ 8,74 por unidade do pão francês e representação será feita ao Ministério Público

Vendido a quilo, o pão francês de 50 gramas será fornecido ao Hospital Nossa Senhora de Nazaré por unidade e vai sair a "preço de ouro", como está sendo comentado nas ruas da cidade. Pelo menos é o que revela a Ata de Registro de Preço nº 40, referente ao resultado do Pregão 007/2019, homologada pelo secretário municipal de Saúde, João Alberto Teixeira Oliveira. De acordo com o documento – publicado na edição do dia 20 no diário oficial do município de Saquarema –, o produto, cujo preço a quilo varia entre R$ 13,60 e R$ 15, vai custar aos cofres públicos R$ 8,74 a unidade, mesmo a compra sendo feita por atacado...

O pregão foi vencido pelo Mercado São Lucas, que vai fornecer 3.720 pãezinhos durante um ano, pelo valor global de R$ 32.512,00. Considerando o peso unitário, são necessários 20 pães para completar um quilo. Levando em conta o valor máximo de R$ 15 por quilo, cada pãozinho sai a R$ 0,75, uma diferença e de quase R$ 8 por pão. 

Com máquinas garantidas pela Prefeitura pequenos e médios agricultores de Magé economizam nos custos do cultivo

Engenheiros agrônomos dizem que o solo de Magé é muito rico e produz o ano inteiro. Os que trabalham nas terras mageenses sabem disto muito e dela cuidam com carinho. O resultado está em produtos de qualidade, gêneros alimentícios que agora podem chegar à mesa a preços mais em conta. É que uma parceria com entre as com as associações de produtores de pequeno e médio porte da cidade com a Secretaria Municipal de Agricultura está proporcionando uma economia nos custos do cultivo.

Através do programa de Mecanização do Solo os agricultores passaram a ter acesso a uma frota com tratores, retroescavadeiras, subsoladores (usado em preparo profundo do solo), grades aradoras, sulcadores e viaturas, que são disponibilizados mediante o pagamento de uma taxa de R$ 33 por hora de serviço para cobrir os custos de manutenção e abastecimento dos veículos, 57% a menos que o valor de mercado.

Prefeitura de Paracambi busca ajuda do estado para por conta dos estragos causados pelas chuvas em bairros da cidade

O município de Paracambi, na Baixada Fluminense, tem sofrido bastante com as chuvas, computando estragos em vários bairros. Sem dispor dos recursos necessários para realizar as obras de reparo, a prefeita Lucimar Ferreira se reuniu com Uruan Cintra de Andrade, presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). No encontro, realizado ontem (14), a prefeita apresentou um plano de ações e solicitou intervenções de recapeamento e sinalização nas rodovias estaduais RJ-127 e RJ-093, esburacadas em vários trechos.

A prefeita, o secretário de Governo Flávio Campos e o deputado estadual  Deodalto Ferreira foram recebidos por Uruan, que garantiu, para a próxima segunda-feira (18), o envio de uma equipe técnica do DER para auxiliar no trabalho de recuperação.

Direção do Hospital da Posse se une aos órgãos de segurança e trânsito para educar motociclistas, alguns vítimas de si mesmos

Mais da metade dos cerca de quatro mil acidentados que todos os anos são atendidos na emergência do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, não motociclistas ou caronas, uma realidade que preocupa e exige um esforço conjunto. Neste sentido o diretor geral do HGNI, Joé Sestello, se reuniu pela segunda vez com representantes da Segurança Pública e do Trânsito da Baixada Fluminense, polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal; Corpo de Bombeiros e o Detran, para dar prosseguimento a um esquema de trabalho integrado, com a abordagem direta dos condutores, dentro de um programa de conscientização.

"Temos de atuar em conjunto para orientar, educar e se for necessário, reprimir as irregularidades, minimizando os impactos dos acidentes de trânsito. Nos reunimos pela primeira vez em janeiro e voltamos a nos encontrar ontem (13). As ações já estão acontecendo em vários pontos. Fico muito contente em ver as esferas municipal, estadual e federal atuando juntas em prol de um bem maior, pois os números são alarmantes e os acidentes muito graves", afirma o médico.