A difícil missão de formar uma nominata competitiva no MDB

Leonardo Picciani deixa o partido e vice-prefeita de Magé deverá ir pelo mesmo caminho

● Elizeu Pires

No partido há 28 anos, Leonardo Picciani optou por deixar o MDB – Foto: Reprodução

Com a tarefa de renovar o mandato dos irmãos Gutemberg (federal) e Rosenverg (estadual), o presidente regional do MDB, Washington Reis não está tendo moleza no esforço para montar nominata competitiva.

Ele apelou para a filiação do polêmico ator Dado Dolabella, mas essa teve de ser cancelada por conta de muitos protestos e da enquadrada por parte do presidente regional do partido, Baleia Rossi. Agora a legenda perdeu um nome que teve cerca de 38 mil votos no pleito de 2022.

Depois de 28 anos de filiado e alguns mandatos, Leonardo Picciani pegou o boné e foi embora da legenda, no que deverá ser seguido pelo irmão, Rafael, que somou pouco mais de 25 mil votos para deputado estadual na última eleição.

A apelação de Reis não ficou apenas em Dolabella. Ele também estava contando com a candidatura do ex-prefeito de Magé, Charles Cozzolino, mas isso, já garantiu a família, não vai acontecer, assim como a vice-prefeita Jamille Cozzolino não deverá permanecer no partido.

Outro nome da lista de Washington Reis é o ex-prefeito de Araruama, Francisco Carlos Fernandes Ribeiro, ex-Chiquinho do Atacadão e agora Chiquinho da Educação, que teve várias contas reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado, e em 2018 foi condenado por improbidade administrativa.

*O espaço está aberto para manifestação dos citados na matéria