Mais 33 convocados desistem de Guapimirim

A maioria é de convocados para os setores de Saúde e Educação

Subiu para 105 o número de candidatos aprovados no concurso realizado pela Prefeitura de Guapimirim no ano passado, convocados para se apresentarem e tomar posse em várias funções (chamados em sete editais), que optaram por não trabalhar no município. Segundo dados do oitavo edital de convocação divulgado hoje pela Secretaria de Administração, deixaram de atender ao chamado seis candidatos, enquanto 12 dos já empossados pediram demissão. O oitavo edital revela ainda que 11 apresentaram os documentos, mas não compareceram para tomar posse e quatro tomaram posse, mas não entraram em exercício. Entre os nomes substituídos nessa nova convocação 10 são da área da Saúde e 12 da Educação, além de guardas municipais.  O edital divulgado hoje faz 36 convocações para várias áreas.

 

Segundo o oitavo edital, não atenderam ao chamado os inscritos com os números 27245, 18736, 25307, 20602, 22767 e 24056, enquanto se demitiram os convocados com as inscrições 20428, 26257, 13677, 19963, 16346, 30381, 32558, 27817, 17104, 13725, 29875 e 25015. O último edital aponta ainda que os candidatos 16250, 31427, 27467, 32533, 16710, 26277, 28069, 24869, 21403, 15410 e 18005 entregaram os documentos, mas não tomaram posse e os inscritos com os números 28592, 25226, 30224 e 24137 tomaram posse e não se apresentaram para entrar em exercício dentro do prazo estipulado. Ao todo, em oito editais, a Prefeitura já convocou 450 candidatos.

Documento relacionado:

Oitavo edital

Comentários:

  1. Resposta a Dick Vigarista: Que Amélia, cara pálida! Seria aquela do dinheiro na caixa d´água? Aquela que foi presa por quase 6 meses? Aquela que o Capotte ainda tá de olho? Aquela que era a prefeita virtual e foi acordada do sonho de ser a prefeita formal por conta de uma cilada da Draco? O espaço é insuficiente pra relatar a quantidade de coisas erradas onde a Amélia se meteu. O assunto aqui é a desistência do pessoal para trabalhar na Prefeitura. Isso já havia acontecido no outro concurso e, pelo jeito, nem uma pesquisa fizeram pra saber o que teria dado errado. Repetiram a dose e o resultado, é claro, se repetiu também. Enquanto não mudarem as condições de trabalho vai ser a mesma coisa. A pessoa que passa num concurso, seja qual for o certame, é diferenciada, estudou, dedicou-se muito. Não aceita trabalhar sem as condições que julga necessárias. É uma questão muito mais de Recursos Humanos do que de política ou de distância de sua casa.

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