Prefeito de Nilópolis tenta reverter condenação

MP apontou envolvimento de Calazans em negociata com CPI

Os advogados do prefeito de Nilópolis, Alessandro Calazans, vão recorrer nos próximos dias contra a condenação por improbidade administrativa imposta pela juíza Roseli Nalim, da 5ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça, em processo movido pelo Ministério Público. De acordo com a sentença, Alessandro fica com os direitos políticos cassados por cinco anos e terá de pagar uma multa equivalente a dez vezes o salário de deputado estadual.

O Ministério Público sustentou no processo que o hoje prefeito, em 2005, como deputado estadual, presidia uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Assembleia Legislativa e participou de negociatas para influir nos trabalhos da CPI e favorecer o bicheiro Carlinhos Cachoeira. “O réu, na condição de deputado estadual, violou o princípio da moralidade, agindo desonestamente ao participar de negociata destinada a influir nos destinos da Comissão Parlamentar de Inquérito por ele presidida, não tendo sido leal à instituição pública da qual é integrante, tendo seu comportamento atingido a própria dignidade do poder do qual é membro”, disse a magistrada em sentença proferida na última terça-feira.

Alessandro foi denunciado ao MP por Jairo Martins de Souza, que relatou que o então deputado estadual, agindo junto com o deputado federal André Luiz (já falecido), teria cobrado propina para que o relatório da CPI fosse favorável a Carlinhos Cachoeira, retirando o nome do bicheiro do relatório final da Comissão. A acusação foi sustentada pela gravação de uma conversa que Jairo teve com hoje prefeito no gabinete do então deputado.

Comentários:

  1. Infelizmente, a cidade de Nilópolis continua entregue aos corruptos, pois a Educação o prefeito Calazans, investiu na merenda escolar, para ter apoio dos pais dos alunos, enquanto os professores comem moscas com o salário de miséria que ele paga. E inovou tb a cultura para entreter a população.
    PÃO E CIRCO, para o povo Nilopolitano.
    NÂO é diferente do antigo O SESSIM.

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