
Diogo Balieiro Diniz deu “merreca” para os concursados e ainda quer criar mais cargos comissionados
O que parecia ser o final de um calvário de cinco anos de desvalorização terminou com um balde de água fria para os servidores concursados da prefeitura de Resende com o anúncio recente de melancólicos 3% em seus vencimentos, um percentual que pode ser considerado uma migalha se comparado aos R$ 30 milhões que o prefeito afirma ter em caixa e a reforma administrativa milionária que o alcaide enviou para Câmara em 2017, com a criação de cargos comissionados impactando significativamente as finanças do município.
Mas se a generosidade – com o dinheiro público – de Diogo Balieiro Diniz já é grande para favorecer seus “amigos”, ela é maior ainda para engordar o bolso de parentes, alguns deles com vencimentos que chegam a quase R$ 14 mil por mês. Várias pessoas com o sobrenome Balieiro aparecem na folha de pagamento.
Enquanto os cargos comissionados parentes do prefeito riem de orelha a orelha com seus salários gordos, Balieiro ainda enviou para Câmara no final de janeiro, em regime de urgência especial, um projeto que, na prática, cria mais dois cargos comissionados com vencimento de aproximadamente R$ 7 mil cada um.
O festival de apadrinhamentos do prefeito causou revolta na população já que o moço foi eleito com a promessa de valorizar os servidores concursados e colocar fim às mamatas dos cargos comissionados.