Governador do Rio teme o pior com delação do ex-secretário de Saúde e aliados aconselham que ele sai para se defender da tempestade que estaria por vir

Gente que acompanha de perto a situação diz que a elevação do vice-governador do Rio à titularidade é só um questão te tempo, “de pouquíssimo tempo”. Até aliados de Wilson Witzel (foto) pensam dessa forma e alguns o aconselham a deixar o posto, passando logo a cadeira ao vice Claudio Duarte para poder “se defender melhor” e poupar-se do vexame de ser destituído pela Assembleia Legislativa, isso na melhor das hipóteses.

Há quem credite que o apeamento poderia se dar por ordem do Superior Tribunal de Justiça – que já homologou a delação premiada acertada com o Ministério Público Federal pelo ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos, que, inclusive, já devolveu R$ 8,5 milhões – ou pela força de uma ordem de prisão, o que também é considero extremo por muitos.

A preocupação hoje é o que há de fato nas confissões de Edmar Santos ao MPF, pois tudo o que o ex-secretário de Saúde disse poderá ser usado para embasar inquéritos. Comenta-se que haveria pesado conteúdo a complicar a situação do governador, isso no sentido de um processo judicial, porque politicamente falando, atestam os que entendem do riscado, ele já dançou há muito tempo.

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