Bancada do PSL na Alerj se agarra aos cargos no governo estadual

Grupo fala em independência, mas não abriu mão do espaço conquistado na gestão de Witzel

O bloco do PSL na Alerj pode ficar menor se Bolsonaro, como muitos acreditam que vá acontecer, deixar a legenda

O discurso do “nós contra eles” e da “nova política” ainda é o mesmo na bancada do PSL na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, mas isto só mesmo nas falas, porque até o bloco bolsonarista não entregou os cargos que conseguiram no governo estadual para  indicados do partido, apesar de terem sido “conselhados” pelo “dono” da legenda no estado, o senador Flávio Bolsonaro, a fazê-lo.

Os  eleitos pelo partido chegaram à Alerj acreditando que falando alto e cerrando os punhos iriam dominar a Casa. A primeira derrota veio logo de cara: não conseguiram nem fazer cócegas no deputado André Ceciliano e decidiram não disputar a presidência.

“A inexperiência os atrapalha tanto quanto os discursos ideológicos. Eles parecem que ainda não desceram do palanque. A derrota na Comissão de Orçamento ocorrida hoje (1) em relação as contas do ex-governador Luiz Fernando Pezão só foi mais uma de muitas, mas eles ainda terão tempo para aprender que em política fazer arminha com as mãos, cara feia e grito não funciona”, ironiza um parlamentar.

Para alguns políticos fluminenses, a previsão é de que o PSL venha mudar de mãos no Rio. Muitos dão como certa a saída do clã Bolsonaro do partido, inclusive o governador, e isso seria só uma questão tempo…

Envie seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *.