● Elizeu Pires

Embora o Cidadania e o PDT estejam de portas escancaradas para ele, pelo que ecoa desde o Palácio Guanabara, o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa, pode não precisar sair do PP para compor, como vice, a chapa de Eduardo Paes (PSD) para governador, mas tem um emergente da Baixada Fluminense que não estaria gostando nada disso.
O que rola nos ambientes de poder é que PP e União Brasil (uma federação ainda não chancelada no TSE) não iriam lançar candidatura própria, optando por concentrar esforços em ampliar as bancadas estadual e federal.
Isso deixaria em situação desconfortável o prefeito de Belford Roxo, Marcio Canella, que vinha engrossando a voz para dizer que o União – partido do qual é o maior nome no estado do Rio de Janeiro – teria um candidato a governador e que ele próprio estaria disposto a aceitar a missão.
É certo que Canella tenha baixado o tom, se dizendo interessado numa candidatura a senador, mas é fato, também, que lá no Guanabara e na Alerj o que ecoa é que deve ele ser mesmo é candidato a deputado estadual, com vistas à presidência da Alerj.