Debandada é atribuída à radicalização em torno do bolsonarismo
● Elizeu Pires

Visto como braço do radicalismo bolsonarista, o Novo não elegeu um deputado para chamar de seu no Rio de Janeiro em 2022, ano em que até lançou candidatura própria ao governo do estado, mas Paulo Ganime ficou em quinto lugar numa disputada vencida logo no primeiro turno por Claudio Castro (PL)
Para o pleito deste ano esperava-se formar nominatas competitivas para federal e estadual, mas não há o menor sinal de que isto realmente vá acontecer, e a culpa está caindo sobre o radicalismo.
Pelo menos no Rio de Janeiro o já pequeno partido passou recentemente por uma debandada e está tendo dificuldade para novas filiações, ficando para o novo presidente no estado, Thiago Esteves Barbosa, a quase impossível tarefa de reunir que possam fazer bonito nas urnas, já que a legenda é apontada como desestruturada.
Como o curso de que “quem quer mudar o Brasil de verdade não pode ficar parado assistindo os velhos partidos ocuparem espaço”, o novo lançou uma campanha nacional de filiação”, que se encerra nesta segunda-feira (30).
O único deputado eleito em pelo Novo no estado do Rio de Janeiro desde a fundação do partido em 2011, foi Paulo Ganine, em 2018. Ele somou 25.983 votos.