● Elizeu Pires

O vereador Rodrigo Moraes (foto), senta em uma cadeira rasgada e as placas de identificação dos parlamentares são compradas por eles mesmos. O que pode ser classificado por alguns menos atentos aos fatos como “coisa sem importância”, é sério demais.
É que não é sobre cadeiras e placas de mesa, que deve-se falar, mas sobre o quadro verificado em uma Câmara que custa mais de R$ 10 milhões por ano aos contribuintes de um dos municípios mais pobres do estado, Japeri, na Baixada Fluminense.
De acordo com o sistema que registra os repasses feitos ao Poder Legislativo pela Prefeitura, o duodécimo referente ao exercício de 2025 estava estimado em R$ 753.440,03 mensais, mas os valores transferidos à Câmara naquele ano chegaram a R$ 10,3 milhões, soma de repasses mensais de R$ 855.373.862,35, o que pode ser conferido aqui.
Para este ano, aponta o mesmo sistema, o valor do duodécimo está estimado R$ 900.024,23, o que, permanecendo esse valor, conferirá à Câmara ao longo do exercício de 2026, o total de R$ 10,8 milhões.
*O espaço está aberto para manifestação da Câmara Municipal de Japeri