O espaço – o segundo da Baixada Fluminense – será aberto na próxima quarta-feira
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Dr. João diz que os principais desafios são resolver problema de custeio dos hospitais e atraso nos repasses de verbas federais e estaduais para a Baixada
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Os alunos da Universidade Estácio de Sá, em Nova Iguaçu, além da falta de segurança da qual a bandidagem se aproveita muito bem, estão com uma adversidade a mais. Os que deixam seus carros na Rua Alexandre Rodrigues contam correm o risco adicional das arvores que, sem poda há quase dois anos, passaram a ser usadas como abrigo pelos ladrões. Na última sexta-feira um carro foi roubado na via e pedestres foram roubados. Moradores reclamam que já precária iluminação fica encoberta pelos ganhos, o que tornando a via muito perigosa. Com a palavra a direção da Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlurb), responsável pelo serviço de poda das árvores em todo o município.
O município de Japeri tem produção de hortigranjeiros suficiente para abastecer a rede municipal de ensino, mas é na CW Carvalho, uma empresa sempre de portas fechadas que a Prefeitura faz as compras que poderiam aquecer a agricultura familiar e, ao mesmo tempo. garantir uma alimentação mais saudável para os alunos da rede municipal de ensino. A mesma situação é verificada em Mesquita e as prefeituras das duas cidades receberam esta semana recomendação do Ministério Público Federal para que passem a adquirir dos pequenos produtores os alimentos para a merenda escolar.
A recomendação do MPF é para que os dois municípios promovam em até 60 dias uma chamada pública para aquisição de gêneros diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, com os recursos recebidos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O MPF quer que as prefeituras apresentem em 90 dias um cronograma para o exercício de 2019.
Números são do Demonstrativo de Distribuição de Recursos do Banco do Brasil
Além da Rio Zin Ambiental – que vem se beneficiando com seguidos contratos emergenciais – mais uma empresa fatura em Itatiaia atuando na limpeza pública, sem que fique claro quantos equipamentos e trabalhadores estão sendo empregados nos serviços. A Rio Zin faz a coleta de lixo e a Real Itatiaia Construtora fica encarregada dos serviços de varrição e capina dos logradouros. Juntas elas receberam R$12,5 milhões na atual gestão, mas os contratos de ambas não estão disponibilizados no Portal da Transparência, o que impossibilita o contribuinte interessado de fazer o controle social lhe garantido por lei. Ao todo a Rio Zin recebeu em 2017 R$5,015 milhões e cerca de R$5,6 milhões este ano, enquanto a Real Construtora faturou R$909.484,41 em 2017 e R$989.355,15 este ano.
Em relação a coleta de lixo a Prefeitura marcou um processo licitatório para agosto do ano passado, mas este foi adiado pelo Tribunal de Contas do Estado, por causa de erros no edital. Isto foi há um ano e quatro meses e a Prefeitura foi imediatamente comunicada de que deveria fazer as correções, o que não se sabe se já ocorreu, uma vez que a administração municipal se apressa em dizer que a licitação não aconteceu por causa da decisão do TCE, mas não revela a causa disso nem se já atendeu as determinações da Corte de Contas.
Manifestação acontece em frente a sede da Prefeitura
Promoção vai até o dia 30 de dezembro