O Ministério Público Federal acusa o proprietário do hotel fazenda de represar rios (Fotos:Reprodução) Procuradoria da República acusa proprietário de realizar, sem licença, atividades que estariam causando impactos na Reserva Biológica do Tinguá
O Ministério Público Federal (MPF), núcleo de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, ajuizou ação civil pública contra o empresário Paulo Cesar Rodrigues Faísca, dono da Fazenda Faísca Turismo Eco Rural de Tinguá, pelo funcionamento de sítio recreativo sem licença dos órgãos ambientais competentes. Segundo resultado da fiscalização, o local inadequadamente promove atividades como caminhadas, cavalgadas, arvorismo e tirolesa em área recoberta por Mata Atlântica. De acordo com o proprietário, a fazenda tem capacidade de receber até 100 pessoas, sem hospedagem, e com média de 20 visitantes por dia na alta temporada.