Hospital da Posse e Maternidade Mariana Bulhões merecem ser defendidos

● Dr. Henrique Paes

Todo mundo sabe que a população da Baixada Fluminense é grande. Maior até que a de muitos estados. De 2011 para 2020 saltou de 3.651.771 para 3.908.510 moradores. Em aproximadamente uma década a região aumentou mais 235.145 habitantes, o que faz até parecer uma população igual a de muitos municípios de pequeno porte. Mas será que a nossa capacidade de atender todas essas pessoas aumentou na mesma proporção? Será que, além disso, a nossa estrutura está apta a atender essa grande procura e que só aumenta, vinda até de outras regiões do estado e até fora dele? Não se assuste, não. O Hospital Geral de Nova Iguaçu atende, sim, até pessoas de outros estados.

30 de abril: Dia da Baixada Fluminense

Dr. Henrique Paes

É importante que todo cidadão e cidadã se interesse pela história da sua cidade e da sua região. É uma forma de incentivar e de fomentar o sentimento de pertencimento, de fortalecimento da autoestima e firmeza de identidade regional, prezando não só pelos valores históricos e culturais, mas sobretudo para entender o local onde se encontra inserido e a grandeza do que isso representa. Em especial, quando falamos da Baixada Fluminense, todas estas características são muito pertinentes. E este artigo é muito oportuno para tratarmos dos potenciais da região, ainda mais considerando que no próximo dia 30 de abril se comemora o Dia da Baixada Fluminense, instituído através da Lei nº 3.922, e que em maio completará 20 anos de promulgada.

Na democracia a alternância do poder é primordial

Dr. Henrique Paes

O ambiente democrático se estrutura e se torna mais legítimo com a alternância de poder. Por isso é importante entender que a prática das mesmas ações sempre vai gerar os mesmos resultados e, neste caso, o que é fundamental para dar um novo fôlego a uma nação são novos representantes e novas ideias. E a renovação é um dos mecanismos da democracia para se buscar uma representatividade cada vez maior dos seguimentos da sociedade, podendo assim dar voz a pensamentos que querem se fazer representados no Congresso. E isso é tão simples que é fácil entender os motivos da necessidade de eleições eleitorais periodicamente, seja para vereadores e prefeitos, para deputados estaduais e federais, para senadores, para governadores e para o presidente da República.

Temos que evitar um Brasil de luto sendo um Brasil de lutas

Dr. Henrique Paes

Uma das situações que vem mexendo conosco, nos trazendo uma dor profunda, são os estragos que as chuvas causaram em Petrópolis. É inevitável não sentir dor quando as notícias referentes às fortes chuvas chegam ao nosso conhecimento. É impossível que a nossa sensibilidade não seja abalada com tanta tristeza, sobretudo pela quantidade de vidas que se perderam ali.

Precisamos de melhorias nas vias e nos transportes de massa

Dr. Henrique Paes

Esse ano a Estrada Real do Comércio completa 200 anos. Ela foi construída no tempo do Brasil império e servia para receber o ouro que vinha de Minas Gerais que, através de Nova Iguaçu (então Vila Iguassú), escoava para todo o Rio de Janeiro. Isso nos leva a refletir sobre a mobilidade urbana nos dias de hoje, após 200 anos, e que é um dos maiores problemas enfrentados no dia a dia pelos trabalhadores e trabalhadoras dos municípios que pertencem ou não à Região Metropolitana do Estado. São pessoas que diariamente ficam reféns de um sistema que mais parece um castigo diário imposto em razão da falta de investimentos mais significativos em transportes públicos e melhoria de vias.

Para refletir… Somos cruéis?

Por: Luiz Alberto Barbosa

No que estamos nos tornando? Diante de uma catástrofe surgem pessoas querendo tirar vantagens. Vemos pessoas aflitas e sequer esboçamos reação, e seguimos em nossas lanchas, comendo, bebendo, ostentando, querendo ser rei no meio de gente tão modesta, e agindo como se não fosse conosco. Será que deve ser assim? Ou é o nosso jeito de sobreviver? Não comendo lixo concreto, mas remoendo lixo moral e fingindo que está tudo bem.

Já está ficando feio, dona Justiça: o prefeito de Caxias continua fazendo o que bem entende na campanha de vacinação

Elizeu Pires

Condenado por crime ambiental, o prefeito de Duque de Caxias não poderia nem ter disputado a eleição de 2020. De liminar em liminar foi mantendo o registro e teve a posse garantida com uma decisão do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu os efeitos da condenação para que o Tribunal Superior Eleitoral concluísse o julgamento da candidatura e lhe garantisse a posse. No mês passado a decisão de Mendes foi para as cucuias com o julgamento pleno, mas e daí?