Grupo que perdeu o poder leva o jogo para o tapetão e é derrotado de novo
Grupo que perdeu o poder leva o jogo para o tapetão e é derrotado de novo
Um contrato com valor inicial R$ 4.466.194,20 firmado entre a Prefeitura de Itaperuna com o Instituto Unir-Saúde, através da Secretaria Municipal de Ação Social, pode custar caro ao prefeito daquele município do Noroeste fluminense, Marcus Vinicius de Oliveira Pinto a primeira-dama Camila Andrade Pires, ex-titular da pasta. O casal foi denunciado pelo Ministério Público, por improbidade administrativa. O prefeito – que foi afastado do cargo no mês passado –, Camila e o atual secretário de Ação Social Reginaldo Braz de Carvalho são acusados de fraudar processo administrativo que resultou na contratação do Unir-Saúde em novembro de 2017.
De acordo com a ação ajuizada pelo núcleo local da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, o trio, "de maneira organizada simularam um chamamento público para celebração de um termo de colaboração com o Instituto Unir Saúde, para prestar serviços na área da assistência social".
... embora dissesse que tinha R$ 5 milhões em caixa para custear aumento de 3% retroativos a janeiro
Desmaios súbitos e perda intermitente do movimento de uma das mãos, o que parecia ser consequência do estresse teria ganhado desdobramentos dramáticos para o prefeito de uma cidade do Sul Fluminense, e consequentemente especulações acerca da saúde – física, psicológica e até espiritual – do político. De acordo com pessoas ligadas ao governante, não é de hoje que "os apagões" do prefeito alimentam as rodas de conversa pelos corredores da sede administrativa da cidade, e, principalmente, nos bastidores da política local.
As primeiras informações, ainda que não confirmadas oficialmente, davam conta de que o alcaide estaria se submetendo a uma série de exames na tentativa de descobrir as causas do suposto mal súbito. Fontes, no entanto, garantem que o político teria procurado ajuda de uma mãe de santo nos últimos dias, depois que começou a ver o fantasma de um avô em seu gabinete.
Nomeados de Picciani e Paulo Melo foram exonerados com uma canetada só
Pleitos suplementares foram marcados pelo TSE para a substituir prefeitos eleitos em 2016
O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) emitiu pareceres prévios favoráveis à aprovação das contas de 2017 das cidades de Belford Roxo e Cardoso Moreira. As contas foram relatadas, respectivamente, pelo conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento e pelo conselheiro substituto Christiano Lacerda Ghuerren. Os processos serão enviados para as Câmaras de Vereadores locais, a quem caberá a decisão final. O voto aprovado mostra que o prefeito da cidade da Baixada Fluminense, Wagner dos Santos Carneiro, realizou os investimentos obrigatórios em Educação e Saúde, com aplicação de 25,14% e 15,51% da receita resultante de impostos próprios e decorrentes de transferências, respectivamente, enquanto os mínimos são de 25% e 15%. Em Cardoso Moreira, o prefeito Gilson Nunes Siqueira também realizou os investimentos mínimos em Educação (29,24% da receita resultante de impostos próprios e decorrentes de transferências) e Saúde (24,27%).
Tribunal apontou várias irregularidades e impropriedades
Ex-deputado rendeu mais votos em 2018 do que o ex-prefeito da cidade
Deputado estaria exercendo mais que o seu mandato no Legislativo fluminense
O presidente da Casa é o deputado André Ceciliano (PT), mas tem um "marinheiro de primeira viagem" tentando dar as cartas por lá. O "poderoso" em questão seria o emedebista Max Lemos (foto), um aliado de primeira hora do ex-presidente Jorge Picciani, que acaba de ser condenado a 21 anos de prisão por pratica de corrupção, apontado como um dos cabeças de um esquema de recebimento de propina, do qual participavam ainda outro ex-comandante da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Paulo Melo e o ex-deputado Edson Albertassi. Antes de eleger-se prefeito de Queimados pela primeira vez em 2008, Max teve um longo aprendizado na presidência do Legislativo fluminense, onde assessorou Picciani.