Procurador dá parecer por cassação em processo que Washington Reis foi derrotado em agosto de 2017 no TRE e agora está tramitando no TSE
Procurador dá parecer por cassação em processo que Washington Reis foi derrotado em agosto de 2017 no TRE e agora está tramitando no TSE
Justiça vai decidir se impugna ou não os registros de Sandro Matos e Zito
Pela lei, as contas de gestão do Poder Executivo - seja ele municipal, estadual ou federal - só são consideradas reprovadas depois do crivo do Poder Legislativo, a instância encarregada de decidir pela derrubada ou manutenção dos pareceres prévios contrários emitidos pelos tribunais de contas. Na quarta-feira (15) o Ministério Público Eleitoral apresentou pedidos de impugnação dos registros de candidaturas dos ex-prefeitos Sandro Matos e José Camilo dos Santos, o Zito, que governaram os municípios de São João de Meriti e Duque de Caxias, cabendo agora ao TRE acatar ou não, o que até final do expediente de ontem (16) não havia ocorrido.
PRP só fechou aliança com Patriota na disputa majoritária
O candidato a governador pelo PSD fará caminhada pela manha em Queimados
Número de veículos é definido é de acordo com o tamanho de cada cidade e os carros de som ficam permitidos mesmo na ausência do candidato
Um acordo costurado pelos advogados André Marques, Afonso Destri, Eduardo Damian, Luiz Paulo Viveiro de Castro e Marcio Alvim com o desembargador Carlos Eduardo Fonseca Passos (foto), presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, define o que pode e o que não ser feito pelos partidos e candidatos nas eleições deste ano e representa uma vitória para as legendas. O acordo – que considera as situações distintas entre os 92 municípios fluminenses – atende aos pleitos dos advogados representantes dos partidos e sua celebração, segundo André Marques, que falou pelo PC do B, externa "a sensibilidade e fidalguia" do presidente do TRE, diante dos pedidos dos advogados, candidatos e partidos em questões sensíveis como as "dobradas", carreatas, propaganda em veículos e nos comitês centrais, especialmente nas cidades da Baixada e no interior.
Candidato do MDB criticou o modelo atual de previdência
Responsável pela cassação do prefeito Flávio Diniz Berriel, o Dezoito, vai disputar sem o cabeça da chapa que ficou em segundo lugar na eleição de 2016
Derrotado em primeira e segunda instâncias, Flávio Gomes de Souza se antecipou ao TSE e renunciou. Passou a cadeira para Flávio Berriel Diniz, duas vezes cassado em processos eleitorais, dando causa a eleição suplementar Fora do poder desde o dia 29 de junho, o ex-prefeito Flávio Diniz Berriel, o Dezoito, entrou para a história da pequenina cidade de Aperibé, no Noroeste do estado do Rio de Janeiro, como o político que foi cassado duas vezes em dois meses. Ele foi tirado do cargo no processo em que fora acusado de contratar pessoal em período vedado pela legislação e, na semana passada, tomou outra "cipoada" da Justiça, ao ter confirmada – por seis votos a zero – a condenação por distribuição de material de construção durante a campanha de 2016. Agora, quando os partidos estão definindo os nomes que vão concorrer na eleição suplementar marcada para o dia 28 de outubro, o assunto "uso indevido da máquina administrativa" volta a preocupar nos meios políticos, pois o antecessor de Berriel, Flávio Gomes de Souza, também perdeu a cadeira por causa disso.
O prazo estabelecido pelo Tribunal Regional Eleitoral para a realização das convenções termina nessa segunda-feira (13), mas a cidade respira ares de disputa eleitoral desde que as denúncias que derrubaram o prefeito eleito em 2016 foram feitas por um jovem destemido chamado Inácio Zanata. Entre os pré-candidatos está o prefeito interino Virley Figueira (PP), tendo como companheiro de chapa o vereador Alexandre Sardinha e próprio Zanata (PSC), que foi vice de Vandelar Dias em 2016, chapa que perdeu a eleição por apenas 194 votos. Inácio pretende disputar a Prefeitura em aliança com o DEM, que indica Magno Castro, enquanto Vandelar deverá ter como vice o vereador Rodolfo Fonseca Salvador.
Luizinho da Saúde conquista apoio da 'banda boa' da política no município
Campanha é cara, e dinheiro lícito ficará com caciques partidários