Pesquisa divulgada hoje mostra o candidato do PT estagnado
Pesquisa divulgada hoje mostra o candidato do PT estagnado
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03303/2018 e nível de confiança de 95%, nova pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte e divulgada neste domingo (30), aponta empate técnico entre os candidatos do PSL e do PT à Presidência da República, dentro da margem de erro que é de 2,2 pontos percentuais para mais cima ou para baixo. Jair Bolsonaro aparece com 28,2% das intenções de voto e Fernando Haddad tem 25,2%.
A pesquisa foi feita entre os dias 27 e 28 de setembro e mostra Bolsonaro com o mesmo potencial da consulta realizada no dia 17 deste mês pelo mesmo instituto, na qual Haddad apareceu com 17,6%.
Candidato do PT sob a 22%, enquanto Ciro Gomes e Geraldo Alckmin empatam em terceiro
O candidato do PSL continua com 28% e sua rejeição chega a 46%. Petista vai 22%
Rejeição de 43% e derrota para Ciro Gomes por 45% a 39% em eventual segundo turno
Haddad tem 19%; Ciro Gomes, 11%; Geraldo Alckmin, 7% e Marina Silva, 6%
Na disputa em segundo turno candidato do PSL perderia para Ciro, Marina e Alkimim. Números apontam empate técnico com o candidato do PT
Candidato do PSL subiu apenas dois pontos, continua como o mais rejeitado e perderia para Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin em eventual disputa no segundo turno
Pesquisa diz que ele perderia para três candidatos no segundo turno e mostra empate técnico com o petista Fernando Haddad
Se as eleições fossem hoje e o ex-presidente Lula pudesse concorrer, venceria o primeiro turno com 30% dos votos válidos e o deputado Jair Bolsonaro (PSL) ficaria com 17%. Isso é o que revela pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo. Numa disputa sem o líder petista Bolsonaro aparece liderando a corrida com apenas 2% a mais das intenções de voto, uma posição não muito confortável para quem é chamado de 'mito' pelos seguidores. São 19% de votos para ele, 15% para Marina Silva e entre 10% e 11% para Ciro Gomes, o que significa dizer, numa análise sem paixões, que há muita água para passar debaixo dessa ponte e que Bolsonaro pode acabar levado pela correnteza da união de nomes, até porque aparece com 32% de rejeição.
Embora alguns petistas fiquem enganando a si mesmos, dizendo que o ex-presidente será candidato, não existe a menor chance de isso vir acontecer e a pesquisa, quando cita os dois nomes listados internamente para substituírem Lula, mostra o Partido dos Trabalhadores apenas fazendo figuração nesse filme, com apenas 1% das intenções de votos, tanto faz se o escolhido for o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad ou o ex-governador Jaques Wagner, da Bahia.