“Miranda, fica esperto com Mesquita”, alertam por lá

● Elizeu Pires

Foto: Arquivo/CMM

Nos ambientes de poder da Baixada Fluminense a voz corrente é de que Mesquita, município mais novo da região, teria dois prefeitos, um de fato e outro de direito.

Fala-se isto por conta da influência que o ex-prefeito Jorge Miranda teria sobre a gestão de Alex Maroto de Oliveira, que até adotou o Miranda de seu antecessor e padrinho político.

Ocorre que já teria gente preocupada com os dois em relação às eleições municipais, embora esta só irá acontecer daqui a dois anos.

Ontem (19), quando começou repercutir a informação de que Jorge Miranda poderá ser lançado à Prefeitura de Nova Iguaçu por Flávio Bolsonaro – que não aceita a neutralidade do PP em relação à disputa pela Presidência da República, muito menos a declaração de apoio a Eduardo Paes feita pelo ex-prefeito Rogério Lisboa e o atual, Dudu Reina –, alguns observadores manifestaram o entendimento que Flávio estaria é usando Miranda como instrumento de vingança, e os mais atentos passaram a sugerir que Jorge deve se preocupar mesmo é com Mesquita, onde seu irmão, o deputado estadual Renato Miranda, tem um adversário direto, o mesmo que em 2028 poderá dificultar as coisas para Maroto.

Estes observadores falam de Diogo Talento (foto), vereador mais votado de Mesquita que está concorrendo à uma vaga na Assembleia Legislativa pelo PRD, mas já é visto como potencial candidato a prefeito da cidade.