Observadores veem como sem efeito prático declaração de apoio a Eduardo Paes feita pela prefeita de Belford Roxo
● Elizeu Pires
Dos 155.229 votos que elegeram Marcio Canella (União Brasil) prefeito de Belford Roxo logo no primeiro turno em 2024, quantos podem ser atribuídos à sua então vice Mariana Malta, agora Mariana Canella, uma desconhecida advogada natural de Volta Redonda?

Quem entende do riscado diz que nenhum, e aproveita o embalo para questionar o que ela foi fazer ontem (2), agora como prefeita, no evento realizado em Nova Iguaçu em prol da candidatura de Eduardo Paes a governador.
Para alguns observadores, Mariana participou do evento como “figurante”, já que não tem nenhum voto além do seu para oferecer a Paes, se é que realmente pretenda votar no candidato do PSD, já que está filiada ao União Brasil, que caminha com Douglas Ruas.
“É uma declaração de apoio sem efeito prático, pois os votos que a permitiram assumir a Prefeitura não são dela. Não foram conferidos a ela, mas a Marcio Canella, que não apareceu no evento e sequer se pronunciou publicamente sobre a presença de Mariana no ato da campanha de Eduardo Paes nem fez menção a ele”, analisa um observador.
Mariana foi fotografada ao lado de Eduardo Paes e outros prefeitos de municípios da Baixada Fluminense, usou o microfone e fez declaração de apoio à candidatura dele. Porém, não fez postagem nas redes sociais referindo-se ao tal apoio declarado, o que reforçou o entendimento de que, como ela segue as orientações de Marcio Canella, a presença no evento de Nova Iguaçu, teria sido mesmo mera figuração.
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