O repasse constitucional vem aumentando desde 2017, mas as providências...
O repasse constitucional vem aumentando desde 2017, mas as providências...
Após a repercussão que atingiu em cheio a gestão do prefeito Diogo Balieiro com a suposta extinção da fanfarra da Escola Municipal Getúlio Vargas, a Prefeitura de Resende, no Sul Fluminense, resolveu se pronunciar. Em nota de esclarecimento divulgada ontem (11), o superintendente Pedagógico Mário José Dias e pelo diretor da unidade de ensino, Paulo Henrique Nogueira da Costa, afirmam que a fanfarra "não foi extinta" e sim "suspensa temporariamente para ser reformulada"...
Eles argumentam que poucos integrantes do grupo são alunos da escola e diz que o objetivo é "resgatar a devida importância que a fanfarra representa para a instituição educacional, inserindo-a no projeto pedagógico da escola".
Documentos apontam para gastos de quase R$ 10 milhões em dois anos
Em nota enviada ontem ao elizeupires.com a Prefeitura de Queimados anunciou que vai pagar as parcelas devidas pela desapropriação do prédio da antiga Casa de Saúde Bom Pastor, ocorrida judicialmente em 2015. O imóvel foi desapropriado para sediar um hospital-maternidade municipal, que deveria ter entrado em funcionamento no segundo semestre do ano passado, o que não foi possível, devido ao atraso nas obras de reforma, ampliação e adaptação do imóvel, que – considerado o valor inicial do contrato e os dois termos aditivos assinados – estão custando mais de R$ 3,2 milhões. Na nota a Prefeitura informa que "90% das obras a previsão de entrega é ainda para o primeiro semestre deste ano".
Sobre o pagamento a Prefeitura diz que está esperando só a homologação do acordo de pagamento e parcelamento feito em juízo. Os donos do imóvel não receberam ainda nem a primeira (no valor de R$ 208.027,17), que está consignada em juízo. "As demais serão quitadas assim que o acordo for homologado pela justiça", afirma a nota.
Obras estão sendo feitas em prédio desapropriado e ainda não pago
Pais se queixam de que os alunos estavam ficando a pé
A sessão de ontem (26) da Câmara de Vereadores de Rio das Ostras deixou sem jeito o prefeito da cidade. É que Marcelino Borba (foto) havia convocado os moradores para o que, segundo ele, seria uma audiência pública para se discutir a abertura da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Âncora, mas na verdade se tratava de uma reunião ordinária da Casa para apreciação de um projeto de lei que reduz de cinco para dois anos o período de experiência para que uma Organização Social (OS) possa ser contratada pelo município. Marcelino ficou em situação delicada quando um dos parlamentares, Rodrigo Jorge Barros, o Rodrigo da Aposentadoria, tocou na ferida: quando vereador o hoje prefeito era contra a terceirização da gestão de unidades de saúde e agora não só mudou de ideia como quer reduzir o tempo de experiência exigido atualmente.
Ao usar a tribuna para se posicionar contra o projeto de lei Rodrigo apresentou um áudio do tempo em que Marcelino era membro da Casa e se pronunciava contra a contratação de OS. Embora vaiado pela claque que acompanha o prefeito, o vereador prosseguiu sua fala e levantou uma questão que poderá, inclusive, despertar o interesse do Ministério Público sobre o assunto. Ele indagou se a redução do tempo de experiência de cinco para dois anos não acabaria por beneficiar uma instituição.
Mesmo sem amparo em lei Prefeitura limita acesso dos alunos ao ônibus escolar
Não se sabe se por incompetência administrativa ou falta de planejamento, o fato é que a Prefeitura de Japeri está improvisando transporte de alunos com vans superlotadas
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