Rio das Ostras aposta em inovação para crescer em tempos de crise

Novidade no setor de food service possibilita que consumidor conheça um pouco da culinária de diversos países em um só lugar: Restaurante Rodízio Rico, que será inaugurado amanhã

É na crise que costuma aparecer aquela grande oportunidade, segundo alguns especialistas em mercado. Pensando nisso e buscando atrair mais consumidores, dois empresários do bairro Costazul, em Rio das Ostras, decidiram apostar em uma novidade no conceito de rodízios. Eles possibilitarão, a partir da próxima quinta-feira, em um único dia e lugar, que os clientes conheçam os pratos típicos, que marcam a cultura de alguns países. O investimento confirma a estimativa da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) de que o setor de food service tem crescido, em média, 14% ao ano.

Franquia de asfalto pode ser um “negócio da china”

Com investimento a partir de R$ 300 mil reais um franqueado monta uma usina e comercializa o produto para clientes públicos e corporativos. As franquias Chave-na-Mão, oferecidas já em funcionamento, chegam com faturamento e contratos assinados

Todo mundo sabe o que é uma franquia comercial, varejista ou prestadora de serviços, através da qual vendem-se roupas, calçados, perfumes, alimentos, cursos de idiomas e até serviços de faxina como franqueado. Porém, pouquíssimas pessoas conseguem citar uma franquia industrial. Isso até aparecer a Único Asfaltos, a primeira do setor no Brasil. “Somos a única franquia industrial do país e, pelo menos que produz asfalto, a única do mundo”, diz Jorge Coelho, fundador e franqueador, que conseguiu um feito até então inédito. Ele 'compactou' uma usina produtora de asfalto, tornando seu investimento e sua operação mais fáceis e acessíveis. “Primeiro, eu criei um produto ímpar para o mercado brasileiro. Depois, foi a vez de criar a Cayman, usina que é dez vezes menor que uma usina tradicional, pode ser operada por apenas duas pessoas (a tradicional precisa de 40 funcionários) e cabe num galpão. Meu franqueado é um industrial do ramo de asfalto”, diz.

Joesley usou “gravador vagabundo” para incriminar Temer

Afirmação é de um dos maiores especialistas em áudio do Brasil, o perito Ricardo Molina, que apontou mais de 60 cortes, sendo seis falhas no trecho sobre Eduardo Cunha

“É uma gravação tão contaminada que não pode ser levada a sério. Ela só está sendo levada a sério pelo contexto político que a circunda. A Procuradoria é ingênua e incompetente. Aquilo é coisa de leigo e que não sabe mexer em áudio. Eles se esconderam atrás de frases como índice provável de confiabilidade. Essas duas pessoas [analistas do MPF] não entendem nada de áudio”. A afirmação é de Ricardo Molina (foto), um dos maiores especialistas do Brasil. Molina – que é professor Unicamp e um perito em fonética forense, tendo atuado em centenas de casos em processos criminais – foi contratado pela defesa do presidente Michel Temer para analisar o áudio em que o presidente conversa com o empresário Joesley Batista, que comanda o grupo JBS, que fez o acordo de delação com o Ministério Público Federal.

Irresponsabilidade compromete processo legal

Aonde o procurador geral da República pretende ir? Essa pergunta precisa ser feita por cada brasileiro para chegarmos, nós mesmos, a uma conclusão, já que Rodrigo Janot (foto) e seus meninos prodígios não responderão jamais. Quando, sem prova alguma, acusa o presidente Michel Temer de tentar obstruir a justiça e de comprar o silêncio de um condenado, o MPF está desconstruindo tudo aquilo que o estado democrático de direito construiu. Não estou falando isso por achar que Temer não deva ser investigado ou por pretender defendê-lo, mas por entender que os nobres doutores da lei perderam a mão há muito tempo, empolgados que estão com os aplausos de quem entendeu bulhufas do espetáculo, mas bate palmas mesmo assim.

O faço porque Janot e seus garotos já derraparam feio em situações anteriores e agora cometeram um erro absurdo que ninguém cometeria se não tivesse outras intenções: aceitou como prova uma gravação clandestina e ainda por cima manipulada, com pelo menos 50 cortes, quando - qualquer cidadão atento às leis sabe - deveria descartar a “prova” por ser ela ilegal e submetê-la a uma análise técnica para que a autenticidade pudesse ser assegurada. Não se fez nada disso. Vazou-se a gravação, fez-se um alarido danado, com tudo ocorrendo como Janot e os seus planejaram para colocarem fogo no país e levarem a esquerda às ruas pela antecipação da eleição para presidente.  Sabem para que? Conduzir a o PT ao poder novamente. Ou vocês acham que o pessoal do PT, PCdoB, Rede e Psol está querendo eleger quem?

De Magé e com selo de qualidade

Produção dos pequenos agricultores vai ganhar certificação

Os cerca de mil agricultores familiares instalados em Magé vão receber o Selo de Participação da Agricultura Familiar (Sipaf), uma certificação criada pelo governo federal com a finalidade de valorizar os pequenos produtores, trabalhadores do campo que cultivam a terra em família e vendem a produção basicamente nas feiras-livres. Há mais de 40 anos atuando no setor em Magé, o engenheiro agrônomo e consultor do Centro de Ensino, Pesquisa e Treinamento em Agroecologia (Cepta), Aloísio Sturm é responsável por grandes avanços da agricultura no município. Apaixonado pelo que faz, Aloísio tem promovido debates sobre a importância do setor para o abastecimento da sociedade. “Dizem que precisamos de saúde e educação, mas com a barriga vazia, não é possível nenhum dos dois”, afirma, Aluizio, que desde 2011 vem tentando emplacar o Sipaf em Magé.

Braço direito de Janot deixou a PGR e foi atuar em escritório que defende os interesses da JBS no acordo de leniência

Estadão revela que um dos principais colaboradores do Procurador Geral deixou o MPF um dia antes da tão questionada gravação clandestina de Joesley Batista ser feita

O ex-procurador da República Marcelo Miller (foto) está atuando no escritório de advocacia contratado por Joesley Batista para representar o grupo JBS no fechamento do acordo de leniência que está sendo firmado com o MPF. A informação foi publicada com exclusividade pela jornalista de O Estado de São Paulo, o Estadão, Vera Magalhães, na tarde deste sábado. Segundo a revelação, Marcelo, que era “um dos principais braços-direitos de Rodrigo Janot no Grupo de Trabalho da Lava Jato até março deste ano”, a saída de Miler do Ministério Público Federal veio à público no dia 6 de março, um dia antes de o empresário gravar a conversa com o presidente Michel Temer.

Folha de São Paulo denuncia que gravação de Joesley foi editada

Em matéria postada às 21h53 desta sexta-feira o jornal Folha de São Paulo revela que perito encontrou 50 cortes nos áudios divulgados pelo Ministério Público Federal. Leia o texto na íntegra

Uma perícia contratada pela Folha concluiu que a gravação da conversa entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer sofreu mais de 50 edições. O laudo foi feito por Ricardo Caires dos Santos, perito judicial pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Segundo ele, o áudio divulgado pela Procuradoria-Geral da República tem indícios claros de manipulação, mas "não dá para falar com que propósito". Afirma ainda que a gravação divulgada tem "vícios, processualmente falando", o que a invalidaria como prova jurídica. "É como um documento impresso que tem uma rasura ou uma parte adulterada. O conjunto pode até fazer sentido, mas ele facilmente seria rejeitado como prova", disse Santos.

Irmãos Batista deram um “golpe de mestre” no Brasil

Além de implodir o mercado financeiro delação da JBS deu enorme lucro aos seus donos

Donos de um império formado na base da corrupção e do dinheiro público (empréstimos secretos concedidos pelo BNDES), os irmãos Joesley e Wesley Batista (foto) não vão devolver nem 1% do que lucraram no esquema montado nos três governos petistas. O acordo feito com o Ministério Público Federal só foi bom para eles mesmos, que pagarão apenas uma multa de R$ 225 milhões, quando em um único dia faturam R$ 265 milhões numa compra de U$ 1 bilhão (com a moeda americana valendo no dia da transação R$ 3,134), sem contar os lucros obtidos com especulações na Bolsa de Valores, onde, em abril, venderam R$ 329 milhões em ações da JBS, as mesmas que hoje estão valendo 14,84% menos. A dupla sabia que o dólar subiria quando a gravação ilegal feita por Joesley fosse divulgada e que as ações iriam cair depois do noticiário sobre o escândalo. Para analistas do mercado financeiro, foi tudo premeditado.

Ministro se posiciona contra terceirização de professor

E defende regime especial para a categoria em relação a aposentadoria

"Pessoalmente, sou contra. Eu acho que professor é uma atividade que exige um nível de vinculação à escola, à universidade, à entidade, que não é o método adequado a contratação de professores via um serviço terceirizado. Eu sou contra qualquer tipo de terceirização na contratação de professores por qualquer ente da federação e por qualquer organização educacional". A afirmação é do ministro da Educação, Mendonça Filho (foto), que também defende um regime especial de aposentadoria de professores. O posicionamento contra a terceirização de profissionais de ensino é uma resposta ao Congresso Nacional aprovou a contratação terceirizada de trabalhadores sem restrições em empresas privadas e na administração pública, o que, defende Mendonça Filho, não deve ser aplicada para o cargo de professor.

General diz não haver ‘atalhos’ fora da Constituição

E comandantes militares entendem que gravação da conversa entre o dono da JBS e o presidente não é “tão comprometedora como se apresentava"

"A Constituição Federal Brasileira há de ser sempre solução a todos os desafios institucionais do país. Não há atalhos fora dela!".  A fala é do Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas (foto) e reflete o pensamento de comandantes militares que se reuniram ontem com o ministro da Defesa, Raul Jungmann e mostraram "alinhamento" e "sintonia" com ele. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o Estadão, os militares estão preocupados e acompanhando as manifestações no país, mas entendem que qualquer atuação deve ser limitada às Polícias Militares dos Estados. Os protestos já eram esperados. Embora eles não sejam pequenos, havia avaliação de que poderiam ser muito maiores.