Max Lemos cobra mais investimentos para o interior do estado em sua passagem pelo Sul Fluminense e Médio Paraíba

Valença,  Barra do Piraí, Paraíba do Sul, Vassouras, Resende, Itatiaia e Quatis. Esses foram os municípios visitados, nesta semana, pelo candidato a deputado estadual Max Lemos, que fez várias caminhadas, reuniões e encontros com lideranças locais. Durante as agendas, Max ressaltou a necessidade de a Assembleia Legislativa cobrar a retomada de investimento para as cidades do interior, entre eles a recuperação de estradas vicinais para facilitar o escoamento da produção e a melhor distribuição do efetivo policial para melhorar a segurança pública. A primeira agenda começou na terça-feira (11) com caminhadas em Valença e Barra do Piraí. Ao lado do candidato a deputado federal Leonardo Picciani, Max visitou o comércio local e conversou com diversos moradores. À noite, foi a vez de dois encontros em Paraíba do Sul e Vassouras, ambos com casa cheia. 

Já na quarta-feira (12), foi a vez de caminhar novamente por Valença, desta vez pelos bairros de Varginha, Dudu Lopes e, encerrando, no distrito de Conservatória. Durante a caminhada, Max ressaltou a necessidade de se investir forte em saneamento básico e também no turismo para melhorar a qualidade de vida do povo dessa região. "Precisamos também criar urgentemente condições para que as empresas voltem a se instalar no interior e em todo o estado para gerar novos empregos", destacou.

Defesa de agressor diz que discurso de Bolsonaro motivou ataque

"Esse discurso de ódio do candidato é que desencadeou essa atitude extremada"

Os advogados que representam o agressor Adélio Bispo de Oliveira (foto) sustentam que a agressão de seu cliente ao candidato Jair Bolsonaro foi um ato solitário, movido pelo que classificaram de “discurso de ódio” do próprio candidato. Quatro advogados acompanharam Adélio na audiência de instrução com a juíza Patrícia Alencar, na Justiça Federal, na tarde de ontem (7), que determinou a transferência do criminoso para um presídio federal. "Esse discurso de ódio do candidato é que desencadeou essa atitude extremada do nosso cliente", disse o advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior. Um dos motivos, segundo a defesa, foi a referência pejorativa aos negros quilombolas, já que seu cliente se identifica como negro.