Suplente se desligou de gabinete na Alerj 17 dias antes de ser morto

E o parlamentar ainda não explicou a saída dele

Tão logo informado do assassinato do quinto suplente de vereador pelo PTB de Magé, Paulo Henrique Dourado Teixeira, o deputado estadual Renato Cozzolino Harb não perdeu tempo e afirmou que o crime aconteceu para intimidar o seu grupo político. O que ele não comentou em nenhum momento é que Paulinho P9, como a vítima era mais conhecida na localidade de Pau Grande, tinha se desligado do seu gabinete e revelado isso através da rede social. A morte de Paulinho provocou grande comoção entres os moradores dos bairros Fragoso e Pau Grande e levou a ex-prefeita Núbia Cozzolino a acusar membros do governo municipal, responsabilizando-os pelo crime, mas em postagens na rede social P9 vinha demostrando insatisfação era com seu trabalho no tal grupo do deputado. Só que sobre isso Renato e Núbia nada falaram.

Morte de suplente em Magé motiva discurso político

Em tom de campanha deputado fala de intimidação a seu grupo político

Quinto suplente do PTB - partido que fez apenas um vereador em Magé - e sem nenhuma chance de vir a ocupar uma cadeira na Câmara na legislação atual, Paulo Henrique Dourado Teixeira, o Paulinho P9 (morto a tiros na manhã desta),  não tinha nenhum cargo público, mas seu assassinato está sendo tratado pelos "especialistas" das redes sociais como "crime político", o que também está entre as linhas de investigação do delegado Evaristo Magalhães, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Se crime político ou não a apuração da polícia deverá mostrar, mas o deputado Renato Cozzolino Harb já tem sua convicção: "Não tenha dúvida de que o crime aconteceu para intimidar o meu grupo político".

Suplente de vereador é morto a tiros em Magé

Crime aconteceu na manhã desta terça-feita na localidade de Pau Grande

Ligado à família Cozzolino a qual apoiou nas eleições de 2016,  Paulo Henrique Dourado Teixeira, o Paulinho P9 - quinto suplente de vereador pelo PTB de Magé - foi morto a tiros na manhã desta terça-feira. O crime ocorreu na Estrada do Goiabal, na localidade de Pau Grande, em Magé. Há informações ainda não confirmadas de que outra pessoa teria ficado ferida. Ele obteve 536 votos, tendo apoiado o candidato a prefeito pelo PR, o deputado estadual Renato Cozzolino Harb. As investigações estão sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

TCE reprova as contas de Itaguaí

Tribunal aponta déficit financeiro de R$158 milhões

Com várias irregularidades e déficit financeiro no total de mais de R$158 milhões, as contas da Prefeitura de Itaguaí, referentes ao exercício de 2016, último ano da gestão do prefeito Weslei Gonçalves Pereira (foto), receberam parecer prévio contrário do Tribunal de Contas do Estado. O processo será enviado agora à Câmara de Vereadores e se o parecer for mantido Weslei poderá ficar inelegível por um período de até oito anos.

TCE aprova e reprova as contas de Porto Real

O Tribunal de Contas emitiu dois pareceres: um contra a ex-prefeita e outro a favor do ex-vice, que chegou a governar por quatro meses em 2016

Prefeito por apenas quatro meses, o ex-vice-prefeito de Porto Real José Roberto Pereira da Silva foi beneficiado por uma decisão incomum do Tribunal de Contas do estado do Rio de Janeiro, que resolveu dividir a prestação de contas referentes a 2016, referente ao último ano de gestão da prefeita Maria Aparecida da Rocha Silva. Para as contas do período de 11 de maio a 10 de outubro o TCE emitiu parecer favorável e contrário às contas dos períodos de1 de janeiro a 10 de maio e 2 de outubro a 1 de outubro. O processo com dois pareceres seguirá agora para a Câmara dos Vereadores, que dará a palavra final.

Búzios pode ter novas eleições ainda este ano

Especialista em matéria eleitoral acredita que cassação do prefeito é irreversível

Na opinião do advogado André Marques (foto), especialista em direito eleitoral, os moradores de Búzios, município da Região dos Lagos fluminense, podem se preparar para escolher novos prefeito e vice em pleito suplementar que deve acontecer ainda este ano, possivelmente – por uma questão de economia de recursos – junto com as eleições gerais marcadas para o dia 7 de outubro.

Prefeito de Meriti assume comando estadual do PHS

E promete "uma gestão horizontal, com diálogo e respeito às opiniões" 

O presidente nacional do PHS, Marcelo Aro, empossou no comando da legenda no estado do Rio de Janeiro o prefeito de São João de Meriti, João Ferreira Neto, o Dr. João. A solenidade aconteceu no Hotel Prodigy Santos Dumont, no Centro do Rio, diante da cúpula nacional da legenda, que até semana passada tinha como presidente no território fluminense o antecessor de João Ferreira em Meriti, Sandro Matos. "A minha vida sempre foi pautada por grandes desafios e eu nunca fugi deles. Quando fui convidado para ser presidente estadual do PHS, logo me identifiquei porque é todo focado no ser humano. O ser humano vem em primeiro lugar. Vários presidentes municipais do partido nos procuraram para conversar e todos aceitaram seguir conosco nesta caminhada. Aqui não tomaremos decisões verticais, mas sim horizontais. Como sempre fiz em minha vida profissional e política, continuarei ouvindo as pessoas antes de tomar decisões. Temos muito trabalho pela frente", disse Dr. João.

Um empréstimo sob suspeita em Caxias

Em pleno ano eleitoral prefeito quer pegar R$ 100 milhões na Caixa Econômica Federal

Em pleno ano eleitoral, com dois irmãos se preparando para disputar mandatos parlamentares pelo MDB no pleito marcado para 7 de outubro, o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (foto), quer fazer um empréstimo de R$ 100 milhões junto à Caixa Econômica Federal, comprometendo ainda mais as combalidas finanças do município. O Projeto de Lei 04/2018, no qual Reis pede autorização para fazer a operação financeira, está na Ordem do Dia da sessão desta terça-feira (13) e o governo já dá como certa sua aprovação. A justificativa seria a construção de um viaduto, mas a pressa em conseguir o aval dos vereadores, segundo algumas lideranças locais, teria outra explicação: por um dinheiro a mais nos cofres da municipalidade, supostamente para tocar projetos eleitoreiros que possam beneficiar os irmãos Gutemberg Reis, pré-candidato a deputado federal e Rosenverg Reis, deputado federal que pretende renovar o mandato.

Esvaziamento do MDB no Rio está caindo na conta dos Picciani

Sem comando no Rio, a legenda está "fazendo água" desde a prisão de seu "dono"

O MDB fluminense tem mesmo um dono e por isso está se apequenando. É o que pensa muita gente de peso na legenda. Tanto que, nos próximos dias, muitos deverão estar se desfiliando, aproveitando a janela que está aberta desde a última quinta-feira (8), permitindo a troca de partido sem o risco de perda do mandato. Deputados, suplentes e e ex-prefeitos estão de malas prontas e alguns deles não escondem o motivo. "O partido está sem comando. O presidente está preso (Jorge Picciani) e o vice (Marco Antonio Cabral) não manda nada. Então os Picciani acham que o MDB é mesmo propriedade particular e fazem o querem, pensando só em si mesmos", diz um descontente, que não 'engole' o fato de Leonardo Picciani não aceitar distribuir os muitos cargos que o pai ainda tem na Assembleia Legislativa e em órgãos estaduais.

Com a janela aberta deputados começam a mudar de partido

O Democratas, por exemplo, ganhou mais quatro parlamentares nos últimos dias

Desde a última quinta-feira (8), deputados federais e estaduais podem trocar de partido, sem o risco de perder os mandatos por infidelidade partidária, na chamada “janela partidária”. O período das trocas vai até o dia 7 de abril. As conversas para as mudanças já estão sendo costuradas há muito tempo, mas os registros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só podem ser oficializados durante a janela. A legislação eleitoral diz que só é possível mudar de partido, sem risco de perder o mandato, quando houver incorporação ou fusão do partido; criação de novo partido; desvio no programa partidário ou grave discriminação pessoal. Mas, em 2015, criou-se a possibilidade de desfiliação, sem justificativa, durante a janela em ano eleitoral.