Gastos da Casa com assessores e fornecedores não estão disponíveis para o controle social
O presidente da Câmara de Vereadores de Duque de Caxias, Sandro Lelis, poderá ser obrigado pela Justiça a abrir a “caixa-preta” das contas da Casa para tornar público quantos ocupantes de cargos de assessoria existem, em quais gabinetes estão lotados e quanto eles recebem de salário. Pelo menos é isso que representantes da sociedade local pretendem pedir em representação que deverá ser encaminhada ao Ministério Público, alegando que os gastos do Poder Legislativo com pessoal não estão disponíveis de forma clara no Portal da Transparência, assim como as despesas com fornecedores e prestadores de serviços. A iniciativa foi despertada pela notícia veiculada pelo jornal Extra de que parentes do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira Mar, estavam nomeados como assessores na Casa que, segundo estimativas, estaria gastando mais de R$ 50 milhões por ano, sendo o Legislativo mais caro da Baixada Fluminense.