Governo anuncia chegada de mais médicos especialistas e R$ 89,6 milhões para novas unidades de saúde no Rio

Em todo o Brasil, estão previstas a construção de 899 novas unidades de atendimento, com um investimento total de R$ 2,5 bilhões, beneficiando 26 estados – Foto: Divulgação/MS

Os pacientes do Sistema Único de Saúde do Rio de Janeiro vão contar com 24 novas unidades de atendimento para ampliar a oferta de serviços de saúde no estado. Para isso, o Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 89,6 milhões para obras em 22 municípios fluminenses. A medida se soma à chegada de nove novos médicos especialistas que começaram a atuar em quatro cidades no estado. Ambas as iniciativas integram as ações do Programa Agora Tem Especialistas.

Com recursos do Novo PAC Seleções 2025, a rede pública de saúde no Rio de Janeiro contará com mais nove Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e duas Policlínicas. Já as 13 novas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) vão fortalecer a Atenção Primária, que ao ser qualificada, contribuirá para reduzir a sobrecarga na Atenção Especializada do estado.

 Em todo o Brasil, estão previstas a construção de 899 novas unidades de atendimento, com um investimento total de R$ 2,5 bilhões, beneficiando 26 estados. Além disso, 322 médicos especialistas já começaram a atuar em 156 municípios, distribuídos pelas cinco regiões do país, reforçando a oferta de serviços de saúde e ampliando o acesso da população ao Sistema Único de Saúde.

 A liberação dos recursos federais possibilita a estruturação da rede pública de saúde nos estados e municípios, ampliando a capacidade de atendimento em todo o Brasil. “Esse é um esforço importante do Agora Tem Especialistas para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias. A expansão imediata da oferta de serviços, com a mobilização de toda a estrutura pública e privada de saúde do país, vem acompanhada de mais investimento em infraestrutura pelo Novo PAC Saúde. Uma frente estruturante que vai garantir mais serviços de saúde para a nossa população”, afirmou o ministro da Saúde Alexandre Padilha.

(Via Secom/Presidência da República)