Ao lado de Marcelo Freixo, ex-presidente da Alerj conversou com estudantes sobre a sua luta em defesa da universidade

O candidato a deputado estadual André Ceciliano (PT) e o candidato a deputado federal Marcelo Freixo (PT) estiveram nesta quinta-feira (27), nos arredores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), conversando com estudantes e trabalhadores sobre as propostas para o mandato e a importância das universidades públicas de ensino superior para o desenvolvimento do estado.
Com quatro mandatos de deputado estadual, Ceciliano participou de momentos importantes da UERJ, a começar pela aprovação, no ano 2000, da política de cotas para ingresso de negros na universidade – a UERJ foi a primeira do Brasil adotar a medida.
Já em 2021, como presidente da Alerj, impediu o avanço de projetos de deputados da extrema direita contra a universidade. Umas delas, inclusive, previa o fim da UERJ. “Num ambiente extremamente radicalizado, a UERJ virou alvo da extrema-direita, mas conseguimos com muito dialogo evitar retrocessos e, pelo contrário, no fim conseguimos aprovar até muitos avanços”, disse ele.
Em 2022, por exemplo, ele propôs e aprovou a Lei 9.708/2022, que doou recursos economizados do orçamento da Alerj para a UERJ, permitindo a compra de um barco oceanográfico para o curso de biologia marinha.
Também convenceu os colegas a doar outros R$ 26 milhões do orçamento economizado pela Casa para a UERJ comprar a nova sede do Instituto de Aplicação (CAp-UERJ), no Rio Comprido. Sem falar nos tablets doados a estudantes sem condições econômicas, durante a pandemia, entre outras medidas.
Arte nas estações
Após a agenda no entorno da UERJ, Freixo e Ceciliano foram panfletar na estação do metrô de São Cristóvão, onde abordaram trabalhadores que retornavam para casa e conversaram sobre as propostas para o Rio de Janeiro.
Com nada menos que 458 leis no currículo, André Ceciliano lembrou que é de sua autoria a lei que regulamentou apresentações artísticas nas estações de barcas, metro e trens no Estado. “A arte alegra nossa alma e precisa ser estimulada”, disse.