
● Elizeu Pires
Os vereadores de Japeri, município mais pobre da Baixada Fluminense, têm carro e combustível pagos com dinheiro do contribuinte.
A maioria dos “nobres representantes do povo” usa modelos Corola, mas quanto isto está custando é difícil saber, pois estas despesas seriam pagas com a tal verba de gabinete, que não aparece no que deveria ser um portal de transparência, o que impede o cidadão de fazer o controle social a ele garantido por força de lei federal.
Mas este e outros gastos vão vir à tona, goste ou o presidente da Casa, o vereador Rogério Gomes Castro, o Rogerinho da RR, pois o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), acatou denúncia – que aponta suposto desvio e a falta de prestação de contas –, e decidiu fazer uma auditoria.

Formada de 11 vereadores, a Câmara Municipal de Japeri recebeu, durante o ano de 2025, transferências que somaram R$10,3 milhões. Este ano os repasses já chegaram ao total de R$ 4.837.957,99. A última transferência foi feita pela Prefeitura em junho, no valor de R$ 806.326,33.
A denúncia gerou o processo 225704-1/2026, que está tramitando em sigilo.
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