Nesta segunda tem vacinação para idosos entre 85 e 89 anos em Nova Iguaçu: imunização contra a Covid-19 acontecerá em postos exclusivos

A primeira fase da programação de vacinação contra a Covid-19 continua em Nova Iguaçu. Entre amanhã e sexta-feira (19), será a vez dos idosos entre 85 e 89 anos serem imunizados. Além do grupo, a Secretaria Municipal de Saúde também vai continuar vacinando as pessoas com mais de 90 anos que não se vacinaram nas duas primeiras semanas da campanha. Apenas na terça-feira (16) a vacinação vai ser interrompida, devido ao feriado de carnaval.

A programação segue de forma escalonada e gradual no município. Até o momento foram recebidas 28.020 vacinas de CoronaVac e da Oxford/Aztrazeneca, sendo que 20.555 foram separadas para aplicação da primeira dose e 7.465 para a segunda. Destas 20.555 doses, 5.110 de CoronaVac chegaram nesta quinta-feira (11), enviadas pelo Governo do Estado. Desde o dia 20 de janeiro, quando começou a imunização na cidade, até a quinta-feira (11), foram utilizadas 9.612 vacinas do total, sendo 7.400 para primeira dose e 2.212 para segunda. A expectativa é que o estoque atual de vacinas seja suficiente para vacinar o público-alvo acima de 80 anos até o final de de fevereiro.

Com carnaval cancelado, turismo e comércio tomam medidas contra crise

Maior atração turística brasileira, carnaval de 2021 será restrito

Sambódromo vazio é sinal de prejuízo. Segundo a Fundação Getúlio Vargas o Rio de janeiro perderá cerca de R$ 5,5 bilhões neste ano O carnaval é considerado a maior comemoração popular do país. É o momento esperado por muita gente para viajar e aproveitar intensamente a folia. A tradição brasileira reúne multidões em diversas cidades - cenário perfeito para a transmissão generalizada do novo coronavírus. A questão sanitária resultou no cancelamento da festa deste ano.

Mapa de risco da Covid-19: estado permanece em bandeira amarela, apontando baixo risco em oito regiões do Rio de Janeiro

A 17ª edição do Mapa de Risco da Covid-19 mostra que a situação da pandemia se encontra em baixo risco (amarelo) em oito regiões do Estado do Rio de Janeiro: Baía da Ilha Grande, Médio Paraíba, Centro-Sul, Metropolitana I, Metropolitana II, Serrana, Baixada Litorânea e Norte. Apenas a Região Noroeste permanece na bandeira laranja (moderado), e destacam-se com melhora do cenário as regiões Centro-Sul e Metropolitana I, que estavam em risco moderado, e passam a risco baixo.

No geral, o estado do Rio se mantém em bandeira amarela. A análise compara a semana epidemiológica 04 (de 24 a 30 de janeiro) com a 02 (de 10 a 16 de janeiro) de 2021. Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

Decisão do STJ acaba com o sonho da volta que Witzel vinha acalentando: governador afastado já teria até uma nova lista de secretários

Elizeu Pires

Nos últimos dias eram fortes nos corredores do poder no Rio de Janeiro que o governador afastado Wilson Witzel (foto), estava tão certo de retornar ao posto, que já teria uma lista de novos secretários pronta, e nela estaria seu ex-chefe de gabinete Cleiton Rodrigues, mas ontem (11), a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acabou com as esperanças de Witzel ao aceitar a denúncia por corrupção e lavagem de dinheiro apresentada contra ele pelo Ministério Público Federal, transformando-o em réu e o mantendo afastado por pelo menos mais um ano.

Com pandemia, turismo deixou de faturar R$ 274 bi em 11 meses

Dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

A crise causada pela pandemia de covid-19 fez o setor do turismo deixar de faturar R$ 261 bilhões em 2020, conforme cálculos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Incluindo janeiro na conta, as perdas somam R$ 274 bilhões em 11 meses, contabilizando o período de março de 2020 em diante. Em meio a crise, o setor fechou 397,1 mil postos formais de emprego ano passado, ainda segundo o estudo da CNC. Os cálculos têm como base a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), cujos dados de dezembro foram divulgados nesta quinta-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e informações sobre o fluxo de passageiros e aeronaves nos 16 principais aeroportos do País. O índice de atividades turísticas, da PMS, registrou tombo de 36,7% em 2020 ante 2019. O pior mês da pandemia para o turismo foi maio do ano passado, quando o setor deixou de faturar R$ 37,47 bilhões, segundo a CNC. No acumulado até janeiro deste ano, a maior parte do faturamento perdido ficou com os Estados de São Paulo (R$ 99,18 bilhões) e Rio (R$ 42,04 bilhões). No caso dos impactos no mercado de trabalho, as contas da CNC foram feitas com base no Caged, o cadastro de demissões e admissões de empregados formais do Ministério da Economia. As atividades que mais fecharam vagas foram bares e restaurantes (-211,1 mil), transporte rodoviário (-90,7 mil) e hotéis e similares (-56,5 mil). "O turismo tem sido o conjunto de atividades econômicas mais atingido pela pandemia. Ao contrário do comércio e da indústria que já acusam níveis de atividade já acima daquele observado antes no início de 2020, o setor amarga perda de quase 30% em relação à geração média do volume de receitas do primeiro bimestre do ano passado", diz o relatório do estudo da CNC, elaborado pelo economista Fábio Bentes. Com base nos cálculos, a entidade estima que o setor do turismo terá mais uma perda no faturamento real, de 9,7%, em 2021. Com isso, a perspectiva é voltar ao nível anterior à pandemia apenas no segundo trimestre de 2023.

STF bate o martelo contra o direito ao esquecimento no Brasil

Decisão foi tomada pela maioria da Corte

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (11), por maioria, não reconhecer o direito ao esquecimento. A questão trata do uso da imagem de pessoas envolvidas em casos de grande repercussão.   Após quatro sessões de julgamento, por 9 votos a 1, a maioria dos ministros entendeu que o direito não está previsto no ordenamento jurídico e não pode sobrepor à liberdade de expressão prevista na Constituição.

TCE reprova as contas de governo de Trajano de Moraes

Regime Próprio de Previdência Social apresentou déficit de R$ 479 mil em 2019

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), em sessão plenária telepresencial realizada nesta quarta-feira (10/02), emitiu parecer prévio contrário à aprovação das contas de governo de Trajano de Moraes. O documento, relativo aos números do exercício de 2019 e aprovado de forma unânime pelo Corpo Deliberativo, será enviado para a avaliação final da Câmara de Vereadores do município.

Grupo de trabalho visita a região Serrana para acompanhar ações anunciadas no projeto Governo Presente

Um mês após a transferência da sede do governo estadual o para os municípios da Serra, que marcou os 10 anos da tragédia causada pelas chuvas na região, o governador em exercício Cláudio Castro determinou que um grupo de trabalho acompanhe as ações anunciadas durante o programa Governo Presente em Nova Friburgo, Teresópolis, Areal e Petrópolis. Nos últimos 30 dias, diversas ações avançaram, como a recuperação de encostas, pagamento de aluguel social para vítimas da tragédia, início de atendimento a desempregados nas Casas do Trabalhador, limpeza de rios e córregos e inauguração do Polo Cederj, de ensino superior a distância.

Nesta quinta-feira (11), a equipe – formada por técnicos de pastas e órgãos estaduais – e o secretários de Infraestrutura e Obras, Bruno Kazuhiro, vistoriam intervenções e lançam a duplicação da ponte de Barra do Imbuí, em Teresópolis. Com investimento de R$ 2,1 milhões, as obras vão melhorar o acesso ao bairro Caleme. Na cidade, o Estado vai anunciar ainda a demolição de sete imóveis ao longo do Rio Príncipe para intervenções ambientais. Outras oito unidades habitacionais já foram demolidas.

Ministério da Saúde trava pagamento de R$ 300 milhões às clínicas de diálise dos serviços prestados em dezembro de 2020

A histórica crise financeira enfrentada pelas 800 clínicas de diálise que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país está sendo agravada pela falta de pagamento da Terapia Renal Substitutiva (TRS) executadas no mês de dezembro do ano passado. O montante, que deveria ter sido repassado em janeiro, chega à ordem dos R$ 300 milhões. A Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT) denuncia a situação, já formalizada por meio de ofício ao Ministério da Saúde, que alega que o processo precisa ser assinado e encaminhado ao Fundo Nacional de Saúde (FNS) – sem apontar justificativa para o atraso.

O último pagamento efetuado pelo Ministério da Saúde às clínicas de diálise foi em 15 de dezembro referente aos serviços prestados em novembro de 2020, totalizando R$ 280.792.732,39. No entanto, os pagamentos realizados por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC), como é o caso, são considerados despesas obrigatórias e, por isso, deveriam ter prioridade. O mais contraditório é que diversos pagamentos FAEC foram liberados em janeiro e fevereiro, mas a nefrologia ficou de fora.