Secretaria é comandada por pastor indicado por deputada "fiel" da Igreja Universal do Reino Deus
Secretaria é comandada por pastor indicado por deputada "fiel" da Igreja Universal do Reino Deus
Mandado foi cumprido na Câmara de Vereadores de Paracambi
Presidente em exercício da Assembleia Legislativa, o deputado André Ceciliano (foto), em nota encaminhada agora há pouco ao elizeupires.com, que a busca e apreensão feita ontem (3) na Câmara de Vereadores de Paracambi pelo Ministério Público, foi pedida por ele mesmo através de sua defesa, para, segundo afirmou, esclarecer duvidas em um processo judicial aberto contra ele em 2011. O cumprimento do mandado se deu para que fosse encontrado um processo administrativo, solicitando antes pelo MP, mas não entregue pela presidência da Casa, apesar de reiteradas requisições. “O caso agora será esclarecido”, afirmou o parlamentar.
Embora seja a caçula da Baixada Fluminense, a Câmara de Vereadores de Mesquita desponta como veterana em termos de farra com o dinheiro público. São muitas as denúncias de irregularidades Denúncias citam pagamentos a assessores fantasmas, contratos de fachada e passeios
Entre 2001 e 2016 a Câmara de Mesquita recebeu e gastou pelo menos R$ 120 milhões e boa parte disso, apontam denúncias, teria sido desperdiçada em viagens desnecessárias, despesas não comprovadas, pagamento a servidores fantasmas e até em um curso para os membros da Casa, o que ninguém sabe se aconteceu de fato. No entender do Tribunal de Contas do Estado o tal curso foi contratado de forma irregular e isso levou o órgão a condenar, em 2009, o ex-presidente André Tafarel a devolver a R$ 1,5 milhão aos cofres públicos. Não se sabe quanto desse dinheiro foi já devolvido, bem como é praticamente impossível dizer onde e em que os valores repassados todos os meses pela Prefeitura estão sendo gastos, já que as contas vêm sendo mantidas numa espécie de caixa-preta pelos seus presidentes desde que a Casa foi instalada, em janeiro de 2001. Este ano, por exemplo, já foram feitos seis repasses no total R$ 4.614.310,59 e a mesma falta de transparência observada no passado é constatada agora na gestão do vereador Marcelo Santos Rosa, o Marcelo Biriba.
O comando estadual da legenda pretende lançar dois candidatos locais a deputado
Presidente estadual do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), o ex-prefeito de São João de Meriti Sandro Matos (foto), anunciou ontem (29) a reformulação da legenda em Magé, reforçando o partido no município com vistas as eleições do próximo ano. Para isso ele entregou o controle do diretório local aos ex-vereadores Amisterdam Santos Viana e Miguelangelo Pereira Peligrino, o Miguelzinho da Climamp, convidados por ele a disputarem o pleito de 2018. Amisterdam deverá ser candidato a deputado federal e Miguelzinho concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa. Quem também integra os quadros do PHS agora é o ex-vice-prefeito Claudio Ferreira Rodrigues, o Claudio da Pakera, que passa a ser presidente de honra da lenda.
Presidente da Câmara de Nova Iguaçu fala em “grande esforço para cortar custos e economizar os recursos públicos”, mas devolve menos do que poderia
Esta semana a Câmara de Nova Iguaçu repassou à Prefeitura um cheque no valor R$ 2,1 milhão, segundo o presidente da Casa, resultado de um “grande esforço para cortar custos e economizar os recursos públicos”. Só que o chefe do Legislativo, Rogério Teixeira Junior, o Juninho do Pneu (PMDB), esqueceu que atualmente são 12 vereadores a menos e o valor repassado é maior que o duodécimo da legislatura passada. A conta é simples: o repasse mensal é de R$ 2.202.473,48, valor que dividido pelo número de integrantes da Casa (17) dá o total de R$ 129.557,26 ao mês por cabeça. Se o número de vereadores fosse o mesmo da composição anterior (29) a média por parlamentar, seria hoje de R$ 75.947,36 mensais, por cada um deles, uma diferença de R$ 53.609,90, que multiplicada por 17 dá R$ 911.368,30, nada mesmo que R$ 5.468.209,80 acumulados no período. Como foi devolvida a soma de R$ 4,1 milhão, há uma sobra de R$ 1.368.207,80. Que economia é essa, senhores?
Moradores se mobilizam para colher assinaturas e obrigarem a Câmara a agir
Geraldo posou abraçado com o prefeito Diogo Balieiro, mas a presença de João Marques Borges (último a direita) - denunciado pelo desvio de material cirúrgico da fundação hospitalar do município - queimou o filme Diogo Balieiro não estaria deixando o vice falar para não crescer politicamente
O bom relacionamento entre prefeitos e vices, tem mostrado a história, é efêmero, podendo não passar, em muitos casos, de alguns meses após a posse. A linha que os une é tênue no sentido mais exato do termo, tão frágil que pode arrebentar ao menor descuido, e, ao que parece, isso já aconteceu em Resende, município do Sul Fluminense, governado desde o dia 1º de janeiro pelo médico Diogo Balieiro. O que já circulava a boca pequena pelos bastidores políticos locais tornou-se público na semana passada: o vice-prefeito Geraldo da Cunha estaria impedido de falar durante os atendimentos que presta à comunidade em seu gabinete, localizado no pátio da sede administrativa. A suposta “mordaça” colocada em Geraldinho, como o vice é popularmente conhecido, é mais uma polêmica na coleção do prefeito e teria como pano de fundo um conflito de interesses, já que o vice pretende se candidatar ao cargo de deputado estadual em 2018.
Câmara gasta o dinheiro do povo, não mostra as contas por bem e agora vai ser na dura
O presidente da Câmara de Vereadores de Mesquita, Marcelo Santos Rosa, o Marcelo Biriba, foi chamado à Delegacia Fazendária por conta de um procedimento investigativo que apura pagamentos que podem chegar a R$ 190 mil mensais. De acordo com fontes ligadas à Casa, a falta de transparência com os gastos públicos é um problema antigo no Poder Legislativo, situação que teria piorado bastante na atual legislatura, com a Mesa Diretora se negando a dar informações até mesmo a membros da Câmara, que já gastou este ano mais de R$ 4,6 milhões com folha de pagamento de servidores, assessores, subsídio dos parlamentares e custo de manutenção, sem disponibilizar qualquer dado sobre as finanças.
O vereador Tiago Vieira Martins da Silva, o Tisga, é um dos que mais viajaram à Brasília este ano e ainda deu um pulinho em São Paulo com uma diária de R$ 500 (Foto: A Voz da Cidade) Vereadores viajam ao Distrito Federal até para visitar deputados vizinhos
O deputado Waderley Alves de Oliveira, o Deley (PTB-RJ), mora em Volta Redonda, onde pode ser encontrado facilmente nos feriados e fins de semana, mas para visitá-lo dois vereadores de Resende – cidade localizada a 50,5 quilômetros de distância da base do parlamentar e a 1.092 quilômetros de Brasília – embarcaram hoje (21) para a capital federal. Segundo registro no Portal da Transparência da Câmara, Alessandro Ritton e Luís Henrique Sene (foto) saíram nesta quarta-feira e retornam amanhã, tendo recebido cada um R$ 1.250,00 de adiantamento para as despesas, quando não gastariam, juntos, nem R$ 100 para irem a Volta Redonda e retornar, com chances, inclusive, de filarem o almoço na casa do deputado. Essa é a segunda viagem de Alessandro à Brasília este ano e a quarta de Luis, mesmo número de visitas ao DF feitas neste primeiro semestre pelos também vereadores Tiago Vieira Martins, o Tisga e Caio Marcelo Bauer.
Miga queria antecipar votação que só deveria ocorrer no final do próximo ano
Há apenas seis meses no cargo de presidente da Câmara de Japeri, O vereador Wesley George de Oliveira, o Miga (foto), havia marcado uma votação que só deveria ocorrer no final do próximo ano, a eleição interna para a escolha dos componentes da mesa diretora para o biênio 2019/2020, com ele próprio encabeçando a chapa. A reeleição antecipada de Miga só não ocorreu porque a Justiça entendeu que a votação seria ilegal, uma vez que nenhuma conta dele como presidente do Poder Legislativo foi analisada, até porque o presidente assumiu o cargo em janeiro e não concluiu ainda nenhum exercício fiscal. O vereador não foi encontrado para falar no assunto.