Busca e apreensão na Câmara de Magé

Está ocorrendo nesse momento o cumprimento de um mandado judicial na Câmara de Vereadores de Magé. A ação foi determinada pela Justiça em favor do vereador Álvaro Alencar, que solicitou o pedido de busca e apreensão dos livros de protocolo e de atas das sessões.

A medida tonou-se necessária porque o presidente da Casa, Anderson Cozzolino, o Dinho, não estava permitindo que Álvaro checasse o protocolo para saber se algum documento com a renúncia da prefeita afastada, Núbia Cozzolino, havia sido registrado na Câmara,

Presidente da Câmara de Magé tem 30 dias para responder se Núbia renunciou ou não

O presidente da Câmara de Vereadores de Magé, Anderson Cozzolino, o Dinho (PMDB) tem prazo de 30 dias para responder se a prefeita afastada Núbia Cozzolino (PR) protocolou ou não naquela Casa uma carta renunciando ao mandato de prefeito, exigência legal para que pleiteie uma candidatura a deputada.

Requerimento nesse sentido foi apresentado pelo vereador Álvaro Alencar (PT), que quer esclarecer de vez o assunto, pois o que se comenta na cidade é que Núbia teria protocolado a carta, mas essa estaria sendo mantida em segredo pelo presidente da Câmara, que estaria tentando ganhar tempo até que o Supremo Tribunal Federal (STF), julgue recurso impetrado

Entrada proibida em Piabetá

Barreiras fiscais da Prefeitura de Magé ferem a Constituição e beneficia a Concessionária Rio-Teresópolis.

Indistintamente todo cidadão tem o direito de ir e vir, só podendo ter a sua liberdade cerceada, em decorrência de prisão em flagrante delito ou por mandado judicial devidamente fundamentado por autoridade judiciária competente. É o que garante a Constituição federal, mas parece que a prefeita de Magé, Núbia Cozzolino não sabe disso. Pelo menos é o que sugerem as barreiras instaladas nas entradas de Piabetá, onde agentes da Prefeitura ficam de plantão para impedir a entrada de caminhões, só permitindo o acesso aos motoristas que comprovarem que estão indo fazer entregas. A medida, que segundo a administração municipal, tem a finalidade de evitar que veículos pesados danifiquem o asfalto das ruas, beneficia diretamente a Concessionária Rio Teresópolis (CRT), pois coíbe qualquer tentativa de os caminhoneiros cortarem caminho e escapar do pedágio, muito caro por sinal. “É um absurdo que isso aconteça, pois fere um direito constitucional”, afirma o advogado Luiz Carlos Rodrigues.