Gelsinho Guerreiro diz que não tem com o fechar as contas deste ano honrando os compromissos Gelsinho Guerreiro praticamente dobrou despesa com pessoal em ano de eleição e agora diz que não tem como pagar as contas
Quem depender dos serviços da Prefeitura de Mesquita amanhã vai encontrar as portas fechadas. É que o prefeito Rogelson Sanches Fontoura, o Gelsinho Guerreiro (eleito pelo PSC e agora no PMDB), decretou uma espécie de greve para essa segunda-feira, em protesto contra a redução dos repasses federais gerada pela crise financeira que afeta o país. O mesmo protesto deverá acontecer em outras cidades, mas a questão em Mesquita é que no tempo das vacas gordas o prefeito enfiou o pé na jaca, principalmente em 2014, quando os gastos com a contratação de pessoal através de cooperativas praticamente dobrou. O ano passado foi de eleições e, coincidentemente, a hoje deputada estadual Daniele Cristina Figueiredo Fontoura, a Daniele Guerreiro, teve um galpão interditado por fiscais da Justiça Eleitoral por conta de uma série de denuncias de irregularidades, entre elas a de que funcionários terceirizados teriam sido obrigados a atuar na campanha. Em 2014 Mesquita gastou com três cooperativas de mão de obra 75% a mais que o total pago em 2013.