Lindberg e Quaquá ficaram conhecidos por atenderem em suas gestões os interesses de caciques nacionais do PT
E faturou alto em contratos de terceirizaçõ de mão de obra com a Secretaria de Educação de Maricá
Apontado na Operação Lava Jato como um dos pagadores de propina ao ex-ministro José Dirceu através da JD Consultoria, que, segundo as investigações da Polícia Federal faturava alto por serviços não prestados, o grupo Hope atou em administrações petistas no estado do Rio de Janeiro, tendo faturado em contratos de terceirização de mão de obra com as prefeituras de Maricá e Nova Iguaçu. A atuação se deu através das empresas Hopevig Vigilância e Hope Consultoria de Recursos Humanos. Durante a gestão do prefeito Lindberg Farias (que governou a cidade de 1º de janeiro de 2005 a 31 de março de 2010) a Hopevig foi contratada para serviços de vigilância nas unidades de Saúde de Nova Iguaçu, ficando encarregada também da segurança do Hospital da Posse. Ao contrário de vários fornecedores, empreiteiras e prestadores de serviços, a empresa não deixou de receber uma fatura sequer, mas saiu de Nova Iguaçu com várias queixas trabalhistas, com a administração municipal respondendo solidariamente pelas dívidas cobradas pelos vigilantes em processos que continuam tramitando na Justiça do Trabalho.