Elizeu Pires
Tornou-se comum no estado do Rio de Janeiro a venda de seguidores e contas fantasmas nas redes sociais, que são acionadas sempre que uma determinada pessoa pública recebe uma crítica na internet ou tem o nome citado pela imprensa em matéria aos olhos dela negativa para ela. O modelo que tem sido copiado por políticos, inclusive na montagem dos chamados gabinetes de ódio, entrou no radar das autoridades na semana passada, com a denúncia de que perfis falsos no Facebook – criados em Angola, e até em países do Oriente Médio – estariam sendo usados na Baixada Fluminense para propagação de elogios a gestores públicos e ataques a quem o contratante passar a ver como inimigo.