Perícia nas fitas vai revelar verdade sobre suposta agressão ao ex-governador
Perícia nas fitas vai revelar verdade sobre suposta agressão ao ex-governador
O secretário Wagner Victer precisa explicar, por exemplo, por que os arquivos relativos aos demonstrativos financeiros das unidades escolares por diretoria regional no portal da Secretaria não abrem Compra direta estaria sendo feita de um mesmo grupo de fornecedores
Como estão sendo comprados os alimentos para a merenda nas escolas da rede estadual de ensino na Baixada Fluminense? De que forma os fornecedores são escolhidos, quem são eles e quanto estão recebendo pelo que vendem? As respostas precisam ser dadas pela Secretaria de Educação que – através das regiões administrativas e pedagógicas Metro I e Metro V, sediadas em Nova Iguaçu e Duque de Caxias – é responsável pela gestão de 290 unidades de ensino. Atualmente as escolas recebem dez repasses por ano para compra direta de gêneros alimentícios e mais transferências, no mesmo período, para manutenção. A questão é que as despesas não estão sendo disponibilizadas no site oficial da Secretaria e seria bom que o secretário Wagner Victer explicasse a falta de transparência, que só faz provocar ainda mais questionamentos, já que o que se comenta em algumas unidades é que o fornecimento estaria sendo feito por um grupo de quatro empresas e que uma delas atuaria também na área da Metro IV, na Zona Oeste do Rio.
Promotoria aponta irregularidades e quer impedir a realização das provas
Com provas marcadas inicialmente para outubro do ano passado, o concurso público aberto pela Câmara de Vereadores de Nilópolis para preencher 92 vagas imediatas, chamou a atenção do Ministério Público por irregularidades que começaram logo na contratação do Instituto Nacional Escola Superior da Administração Pública (Inesap) para promover o certame. Por conta disso a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Nova Iguaçu, ajuizou ação civil pública para impedir a continuidade do concurso. O MP verificou fraude no procedimento de dispensa de licitação para a escolha da entidade organizadora, além de outras irregularidades.
Em abril do ano passado, os funcionários de uma das empresas protestaram contra atraso de salários Duas firmas registradas em nome da mulher de Fernando Trabach tiveram empenhados a seu favor de R$185 milhões nas gestões dos prefeitos Quaquá e Fabiano Horta, ambos dos PT
Levadas para Maricá na gestão do prefeito Washington Luiz Cardoso Siqueira, o Washington Quaquá (PT), a Kattak Serviços e a Líbano Serviços de Limpeza Urbana e Construção continuam faturando alto na gestão do prefeito Fabiano Horta, do mesmo partido. As duas empresas estão registradas em nome de Mônica Lima Barbosa, mulher do empresário Fernando Trabach Gomes, o "Fantasma", apontado pelo Ministério Público como líder de uma organização que teria sido montada para fraudar processos licitatórios em várias prefeituras. Os dois foram presos em agosto na Operação Caça Fantasma e voltaram a ser detidos na última sexta-feira (24), dessa vez sob a acusação de golpe no setor imobiliário, o que é desmentido pela defesa do casal. Ao todo as notas de empenho emitidas entre 2013 e 2017 somam mais de R$185 milhões e do total foi efetivamente paga a quantia de R$131.419.489,48, sendo R$31.589.230,43 este ano.
Com projetos populares e linhas de crédito para imóveis em geral
Durante a cerimônia de entrega de 820 unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, anunciou que os investimentos federais em moradias vão crescer em 2018, com a construção ou conclusão de projetos populares e também com linhas de crédito para imóveis em geral.
Mudanças feitas nas diretorias regionais desagradam educadores e pais de alunos
Na Prefeitura de Maricá Fernando teve empenhado a favor de empresas suas mais de R$180 milhões Só em Maricá o faturamento de empresas dele foi de mais R$180 milhões
Preso em agosto por fraudes em licitações na Prefeitura de Campos, Fernando Trabach Gomes voltou a ser detido ontem, desta vez sob acusação de golpe no setor imobiliário, com a venda antecipada de cotas em um hotel que seria construído em Resende, no Sul Fluminense e seu retorno às grades volta a tirar o sono de prefeitos e ex-prefeitos, por conta de possíveis participações indiretas do empresário em contratos de terceirização de mão de obra e direta na coleta de lixo. 'Fantasma' - como Trabach tornou-se conhecido por 'criar' uma pessoa, 'batizá-la' de George Augusto Pereira da Silva e abrir com este nome empresa GAP Comércio e Serviços -, é visto na Baixada Fluminense como um empreendedor respeitável e atua também no interior e na Região dos Lagos, onde, no município de Maricá, teve mais de R$ 180 milhões empenhados pela Prefeitura em favor de uma de suas empresas em quatro anos. Segundo o MP, a GAP foi criada, "com o objetivo de cometer crimes licitatórios e contra a ordem tributária". A preocupação é com a possibilidade de Trabach decidir falar sobre o 'milagre da multiplicação' e revelar os nomes dos 'santos'.
Mas governo estadual não acredita na história da agressão. Ele será levado para Bangu 8
Despesas pagas entre janeiro e outubro deste ano somam mais de R$ 3,7 milhões
De um orçamento de R$ 5.387.656,59 previstos para este ano a Câmara Municipal de Japeri gastou R$ 3.735,238,65 até o dia 31 de outubro, a maior parte com pessoal e encargos, mas nada está claro no Portal de Transparência da Casa, que não revela o que está sendo pago nem a quem. A Lei Complementar nº 131/09 - também conhecida como Lei da Transparência - vem sendo afrontada principalmente em relação às despesas feitas com as rubricas 3.3.9.0.30 (material de consumo), 3.3.9.0.39 (outros serviços de terceiros) e 4.4.9.0.52 (equipamentos e materiais permanentes), o que precisa ser explicado pelo presidente Wesley George de Oliveira, Miga (foto), que está há mais de dez meses no cargo, tempo mais do que suficiente para garantir a atualização do site oficial do Legislativo, inserindo nele todas as informações sobre os gastos públicos.
Ex-prefeito de Macaé, servidores e dois empresários foram denunciados pelo MP
Em mais uma ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público, o ex-prefeito Riverton Mussi teve os bens bloqueados pela Justiça, que ainda decretou a quebra de sigilo bancário e fiscal do político. A medida foi tomada pelo juiz da 2ª Vara Cível de Macaé, Josué de Matos Ferreira. Segundo ele, o bloqueio e a indisponibilidade de bens são necessários para "a verdadeira elucidação dos fatos" e para verificar a real destinação de recursos públicos, uma vez que há fortes indícios de que "os réus agiram em conluio para fins de obtenção de vantagens econômicas pessoais". A decisão atingiu ainda quatro servidores e dois sócios da empresa Elo Produções e Eventos.