Decisão foi tomada por unanimidade
● Elizeu Pires
Decisão foi tomada por unanimidade
● Elizeu Pires
A aliança foi firmada, sendo vencida a Executiva Regional do PSDB, que tentou uma virada de mesa De nada adiantou a intervenção esquisita feita pela Executiva Regional do PSDB no Diretório Municipal de Itatiaia. A manobra que visava impedir que o filiado Denilson Sampaio integrasse a chapa encabeçada pelo PTB para disputar a eleição suplementar marcada para o dia 12 de setembro nesse município do Sul Fluminense foi derrubada por uma decisão judicial, o que permitiu que a aliança fosse aprovada em convenção realizada domingo (1).
Durante o encontro o empresário Irineu Nogueira - que foi escolhido para disputar a Prefeitura pelo PTB - reforçou seu compromisso em dar um novo rumo para administração do município. Apesar da tentativa de melar a aliança, o nome do ex-secretário de Desenvolvimento Denilson Sampaio (PSDB) foi confirmado como vice na chapa majoritária da coligação Por uma Itatiaia Independente, composta ainda pelo PMB e o DEM.
O Sistema Filia, do Tribunal Superior Eleitoral, ainda não mostra o pré-candidato do Cidadania como filiado ao partido A corrida eleitoral para eleição suplementar de Itatiaia, marcada para o próximo dia 12 de setembro, poderá ser penosa para o pré-candidato a prefeito pelo Cidadania, Márcio Braga, que, ao que tudo indica, deverá perder alguns quilos a mais em relação aos outros pré-candidatos. Isso porque o moço nem vice tem até o momento. De acordo com o que foi divulgado pelo próprio partido nas redes sociais na tarde desta segunda (2) ao anunciar o resultado da convenção municipal realizada na tarde deste domingo (1º).
De acordo com o que foi divulgado após a convenção, "a definição do candidato a vice-prefeito na chapa ficou delegada à Executiva Municipal, que estuda entre concorrer com uma chapa puro sangue, ou uma composição com outros partidos". Para complicar ainda mais a situação, o pré-candidato sem vice ainda precisa ser reconhecido pela Justiça Eleitoral como filiado do Cidadania, já que no sistema Filia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele ainda consta como sem partido, o que pode ser conferido aqui.
● Elizeu Pires
Eleitos pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) para comporem a Câmara de Casimiro de Abreu, cidade localizada no interior do estado do Rio de Janeiro, os vereadores Wellington Santos e Leonardo da Rocha Izidoro, Leo da Bomba, são alvos de uma ação judicial com pedido de impugnação do registro de candidaturas dele, que se julgada procedente pode resultar na cassação de seus mandatos.
Deodalto tentará reeleger-se para a Alerj e Flávio pretende um mandato de deputado federal
● Elizeu Pires
● Elizeu Pires
Washington está pendurado no STF À luz do Direito o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB), deveria estar fora do cargo desde maio, quando foi publicado o acórdão de uma decisão tomada, por unanimidade, pela 2ª Tuma do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 16 de março, rejeitando os embargos impetrados pela defesa dele contra uma sentença de sete anos e dois meses imposta a Reis pelo mesmo STF.
● Elizeu Pires
André circula bem em todos os ambientes políticos Com a ficha borrada e esperando apenas o Supremo Tribunal Federal determinar a execução de uma sentença de sete anos e dois meses de prisão em regime semi aberto, o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB) está tecnicamente fora do páreo nas eleições de 2022. Queria concorrer ao Senado ou compor chapa como vice ao governo do Rio. Porém, pelo que se desenha, deverá ser apenas cabo eleitoral de luxo do candidato a senador que o presidente Jair Bolsonaro indicar. Isso significa dizer que o presidente da Alerj, André Ceciliano - se decidir mesmo disputar uma cadeira no Senado - não irá contar com apoio de Reis, e o mesmo deverá ocorrer em relação ao prefeito de Belford Roxo, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, que está fechado com Bolsonaro, e pode ter o próprio nome colocado no tabuleiro.
Imberê, segundo denúncia do Ministério Público, teria arrendado a Prefeitura Em decisão tomada na tarde desta segunda-feira, a juíza Carolina Dubois Fava de Almeida, da comarca de Itatiaia, declarou que o ex-prefeito interino Imberê Moreira, afastado da administração municipal desde o último dia 8 de junho, deve voltar a exercer as funções de vereador, cargo para o qual foi eleito em novembro de 2020. De acordo com a magistrada, “embora a decisão proferida às fls. 1210/1221 não tenha sido expressa, consequência lógica de seu cumprimento é o retorno do réu Imberê à função de vereador, porquanto ocupante, em caráter interino, do cargo de prefeito.
O afastamento de Imberê, e outros agentes públicos, foi um pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) com a alegação de que o político “arrendou a Prefeitura para uma organização criminosa”.
● Elizeu Pires
Silvano Rodrigues, o Vaninho, é o segundo prefeito interino em menos de seis meses e o setor de Saúde de Itatiaia foi palco de fraudes que resultaram em prisões e afastamentos Combalido pelo desmazelo do grupo político que há décadas comanda Itatiaia, o sistema de Saúde pública da cidade do Sul Fluminense deverá contar com um mutirão de atendimentos em agosto, mês que antecede a eleição suplementar, marcada para o próximo dia 12 de setembro.
● Elizeu Pires
Jaime já anunciou nas redes sociais que vai lançar Maira Branco - Foto: Reprodução/rede social Quinze dias após anunciar sua pré-candidatura a prefeito de Silva Jardim na eleição suplementar marcada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro para o dia 12 de setembro, o ex-vereador e ex-prefeito interino da cidade, Jaime Figueiredo (PROS), "jogou a toalha" e a expectativa no grupo que o apoia é de que seja lançada na disputa a esposa, Maira Branco Monteiro, que já está se apresentando nas redes sociais como Maria do Jaime. A questão agora é saber se o partido do casal, o PROS, poderá participar do pleito, uma vez que foi a legenda quem deu causa a anulação da eleição de 2020, na qual Jaime obteve 56,22%, mas teve a votação anulada por conta de uma barbeiragem dos dirigentes da legenda no município, onde o PROS, hoje presidido por Maira, estava em situação irregular.