Ex-prefeito pode disputar vaga de vereador enquanto filha mira a Prefeitura
Ex-prefeito pode disputar vaga de vereador enquanto filha mira a Prefeitura
Professor Lucas estaria se preparando para isso
Chapa eleita em 2016 tinha sido cassada em primeira instância
Processo agora é pelo crime de ordenação ilegal de despesas
Vilela surpreende afirmando que pretende disputar a reeleição
Guapimirim quer saber se nomeado na Casa é a mesma pessoa citada no "Bolsa-Fraude"
Partido terá candidatura própria ao governo municipal
O jeito marrento dos integrantes das bancadas do PSL na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e na Câmara dos Deputados – ainda embalados no ritmo da campanha e sustentando o mesmo discurso do nós contra eles – e a cara de mau que costumam fazer diante das câmeras podem devolver ao PSL a naniquez de antes, enquanto o PRTB poderá experimentar o crescimento em vários municípios fluminenses, graças ao jogo de cintura com qual se apresenta a sua maior estrela, o general Hamilton Mourão, que durante a disputa eleitoral de 2018 se mostrava fechado e hoje aparece montado no diálogo, mostrando-se mais político que o presidente, embora Bolsonaro tenha passado 28 anos no Congresso Nacional.
O vice-presidente da República é a voz que une, que tenta consertar as louças quebradas pelo presidente elefante. Na Baixada Fluminense, por exemplo, a corrida em busca de espaço no PSL da família Bolsonaro empacou, e lideranças da região anseiam por uma visita de Mourão, que já anunciou que está a disposição do PRTB para trabalhar pelos candidatos do partido nas eleições municipais, "desde que se tomem os devidos cuidados para evitar danos à sua biografia".
Mensagem de secretário de Belford Roxo nas redes redes sociais soou como oferecimento de companheiro de chapa ideal para si mesmo
Acusado de oferecer vantagens em troca de votos, recebimento de doações de pessoas inscritas em programa social de transferência de renda, o vereador da pequenina São Francisco de Itabapoana – cidade do interior do estado do Rio de Janeiro –, de Jarédio Barreto de Azevedo, foi condenado a oito anos de prisão, mais perda do mandato. a ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, e à perda do mandato. A decisão foi tomada pelo juiz Leonardo Cajueiro D’Azevedo, da 130ª Zona Eleitoral, em ação ajuizada pelo Ministério Público Eleitoral.
Segundo foi apontado pela Promotoria na denúncia apresentada em agosto de 2018, foram praticados crimes como compra de votos e falsidade de documentos para fins eleitorais durante a campanha eleitoral.