Decisão do TRE não tira o prefeito de Nova Iguaçu do cargo: ainda cabem embargos de declaração e recursos em instância superior

Rogério diz que respeita a decisão, mas discorda e aguardará no cargo o julgamento de recursos A decisão tomada nesta quarta-feira (4) pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) - em processo de cassação por captação e gastos ilícitos de recursos e uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral de 2016 - não tira do cargo o prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa e o vice Carlos Ferreira continuam nos mandatos, até o julgamento de recursos no próprio TRE e no Tribunal Superior Eleitoral.

Em nota distribuída há pouco, a assessoria do prefeito informou que ele respeita, mas discorda da decisão do Tribunal Regional Eleitoral. "No caso do site citado na ação, o prefeito reafirma não ter absolutamente nenhuma ligação com o mesmo. Quanto às contas da campanha, elas já haviam recebido parecer favorável do próprio Tribunal".

Zito pretende disputar mandato de vereador em Caxias

Ex-prefeito quer ser o puxador de legenda do PP

Aos 67 anos Zito quer recomeçar a vida pública por onde a iniciou em 1988. Segundo ele, seu partido vai priorizar candidaturas femininas - Foto: Estúdio B Três vezes prefeito de Duque de Caxias, tendo cumprido ainda mandatos de deputado e vereador, José Camilo dos Santos, o Zito, está pretendendo retornar às origens, voltando a Câmara de Vereadores. Em entrevista na noite de ontem (2) ao Estúdio B – Central de Entrevistas, ele revelou que é pré-candidato a vereador pelo PP, puxando uma legenda com o máximo possível de mulheres e candidatos mais jovens. "O ideal é renovar a composição do Legislativo. Quero lançar muitas candidaturas femininas, mas candidaturas de verdade, não apenas para preencher a cota", disse ele.

“Se sair perde a cadeira, deputado”

Max Lemos não admite, mas já recebeu o recado

Max Lemos sabe que não está no controle do barco Ensaiando para o que os seus aliados chamam de o "grande baile", o deputado estadual Max Lemos pode até ir à festa, mas para ficar assistindo, sentadinho em um canto, pois se levantar para dançar, perde a cadeira, um risco e tanto. É isto que está preparado no MDB para o ex-prefeito de Queimados, que sonha governar Nova Iguaçu, mas precisa deixar seu partido se quiser disputar o cargo.

Eleitores de Silva Jardim voltam às urnas em março: regras da eleição suplementar serão publicadas nesta sexta-feira

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro marcou para o dia 8 de março a eleição suplementar para escolha de novos prefeito e vice para o município de Silva Jardim, no interior do estado. A votação acontecerá porque a chapa Anderson Alexandre/Cilene (Maria Dalva Nascimento) foi cassada por abuso de poder político e econômico no pleito de 2016.

As regras da eleição suplementar estão na Resolução TRE-RJ 1.112/19, que será publicada na edição desta sexta-feira (29), do Diário da Justiça Eletrônico. Os eleitos serão diplomados no dia 30 e a posse deverá ocorrer, no máximo, uma semana depois. Poderão participar todos os eleitores inscritos na 63ª Zona Eleitoral até o dia 9 de outubro.

Meio jurídico acredita no retorno do prefeito de Japeri ao cargo: Carlos Moraes está afastado há um ano e quatro meses

Carlos Moraes está afastado do cargo cautelarmente desde o final de julho de 2018 Afastado cautelarmente do cargo em 27 de julho do passado, quando foi preso sob acusação de associação criminosa, o prefeito de Japeri, Carlos Moraes Costa está em liberdade desde o dia 8 de outubro, e a aposta entre alguns advogados é de que ele poderá voltar ao cargo, com a Justiça revendo a decisão, mesmo estando ele hoje proibido de entrar nas dependências da Prefeitura.

Se mantendo longe de qualquer manifestação ou grupo político, Carlinhos Japeri – como ele é mais conhecido na Baixada Fluminense – tem passado o tempo com a família, dedicando seus dias aos netos. Ele não tem se manifestação sobre o assunto, mas entre amigos e familiares a confiança de uma absolvição da acusação de associação com o tráfico de drogas é grande.

DEM deverá lançar candidatura própria em Nilópolis: irmão de ex-prefeito já estaria ensaiando sua caminhada

Vander é irmão do ex-prefeito Alessandro Calazans De olho também em Mesquita – onde pretende ter o prefeito Jorge Miranda em seus quadros –, o Democratas está se preparando em Nilópolis para ter uma candidatura própria à Prefeitura. O que se comenta hoje nos ambientes políticos da cidade é que Vander Calazans, irmão do ex-prefeito Alessandro Calazans, que governou entre 2013 e 2016, é o pré-candidato da legenda.

Está é a segunda pré-candidatura anunciada em Nilópolis fora do grupo do prefeito Farid Abrão, que ainda não confirmou se concorre a mais um mandato ou se lança o sobrinho Abraão David Neto, Abraãozinho David, que está cumprindo o quarto mandato consecutivo de vereador.

PSDB pretende ir de Marquinhos Mendes em Cabo Frio

Ex-prefeito retorna ao partido para reconstruir a legenda no município com vistas a 2020

Marquinhos e a esposa Kamila foram recebidos na legenda por Paulo Marinho O presidente estadual do PSDB, Paulo Marinho, abriu as portas do partido para o ex-prefeito de Cabo Frio, Marcos da Rocha Mendes, o Marquinhos Mendes, que retorna ao ninho tucano para, segundo ele, reconstruir a legenda no município e preparar o caminho para as eleições de 2020. Pré-candidato a prefeito, Mendes cumpriu dois mandatos consecutivos e foi eleito para uma terceira gestão em 2016, mas acabou perdendo o mandato em abril do ano passado, depois de um novo entendimento do Supremo Tribunal Federal em relação à Lei da Ficha limpa.

Apesar de faltar quase um ano para as eleições, grupo do atual prefeito de Resende estaria vivendo clima de já ganhou

Diogo foi eleito em 2016 pelo PSD e hoje é pré-candidato a reeleição pelo DEM Nos ambientes do poder em Resende, cidade do Sul Fluminense, tem gente que não está conseguindo esconder a satisfação em saber que, se encontrando em situação difícil no PSDB, o ex-prefeito Noel de Carvalho poderá  ter de abrir mão de uma candidatura a prefeito em 2020 e lançar o filho, o também ex-prefeito Silvio de Carvalho, possivelmente pelo PDT.

A matéria PSDB de Resende deixa Noel de Carvalho em situação difícil teria deixado parte do grupo do prefeito Diogo Balieiro Diniz (DEM), bastante satisfeita, fazendo pairar por lá um certo clima de já ganhou, o que não é aconselhável em nenhuma situação, mais desaconselhável ainda quando se trata de uma disputa eleitoral, mas o fato é que o grupo atualmente no poder não acredita que possa se repetir o que ocorreu em 2008, quando o então desconhecido José Rechuan Junior derrotou Silvio de Carvalho, que tentava a reeleição.

Interino de Silva Jardim tenta sair da reta do pagamento à ex-prefeita, mas a assinatura foi dada sem que a folha tivesse sido conferida

Jaime teria acreditado na "boa-fé e na razoabilidade que deve nortear a coisa pública" Jaime Figueiredo, prefeito interino de Silva Jardim – pequeno município do interior do estado do Rio de Janeiro – , deverá voltar ao trabalho nesta segunda-feira (25) de cabeça inchada. Embora tenha sido veiculada uma mensagem nas redes sociais dizendo que não é ele o responsável pelo pagamento de mais de R$ 70 mil à ex-prefeita Maria Dalva do Nascimento, a Cilene, e que a folha de pessoal referente ao mês de outubro já estava fechada quando Jaime assumiu, está claro que a folha de salários foi enviada ao banco para quitação com a assinatura eletrônica dele. Isto, inclusive, está na mensagem que gera mais questionamentos que esclarecimentos.

É preciso saber, por exemplo, porque a folha de salários não foi checada pela equipe do governante interino, embora houvesse tempo suficiente para isto. O texto diz que a folha foi "enviada ao banco para pagamento por sua assinatura eletrônica", mas sem que "ele tivesse dado está ou aquela ordem de pagamento, acreditando ele (Jaime) na boa-fé e na razoabilidade que deve nortear a coisa pública". Isto equivale a dizer que o novo governo deu sua assinatura digital para liberar a folha de pagamento fechada pelo anterior sem ver o que estava pagando, questionamento que o prefeito terá de responder, pois os vencimentos de outubro só começaram a ser pagos em 7 de novembro, nove dias após a posse do interino, ocorrida no dia 29 de outubro.

A batalha dos números no mercado da ilusão política na Baixada: pesquisas de consumo interno inibem pré-candidaturas e afastam apoiadores

Para que entende da política como ela verdadeiramente é, "tem muita gente embarcada num balão sem furado" Ex-prefeito de Queimados, o deputado estadual Max Lemos sonha em governar Nova Iguaçu. Reside na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da capital fluminense, mas jura que mora na terra dos laranjais, como o território iguaçuano era conhecido antigamente. Porém, mesmo fazendo caminhadas como pré-candidato, ainda não tem domicílio eleitoral na cidade, e a razão de ele não ter transferido seu título de eleitor de Queimados para Nova Iguaçu, segundo gente que entende do riscado, está nas pesquisas para consumo interno, aquelas que os partidos usam para concluir se uma pré pode realmente ser chamada de candidatura no tempo certo.

A situação de Max Lemos – que tenta descolar sua imagem do ex-presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani e do ex-governador Sergio Cabral – é a mesma de outros nomes em cidades diferentes na região. "Os números das pesquisas classificadas de uso interno por seus números não poderem ser divulgados pelo fato de não serem registradas na Justiça Eleitoral, são muito importantes para uma tomada de decisão, mas também podem ser usados de forma errada, inclusive com manipulação de dados para convencer futuros apoiadores. No caso específico de Max ele dizia que em setembro faria uma dessas pesquisas e só assim decidiria pela transferência de domicílio. A tal consulta ele já fez, mas recentemente teria confidenciado a figurões do MDB que só se decidirá em janeiro, depois de uma nova pesquisa”, diz um influente político da região.