Grupo do ex-prefeito já estaria se preparando para o pleito de 2020
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Os moradores de Resende estariam com a pulga atrás da orelha com o que já está sendo visto como "forçação de barra" do prefeito Diogo Balieiro Diniz (foto). É que o governante estaria tentando tirar proveito da boa fé da camada mais simples da população para se favorecer politicamente. Para "conquistar" os mais humildes, Balieiro estaria apelando para fotografias ao lado de crianças e idosos, além de "compromissos" variados como aniversários, forrós e cultos religiosos. Na tentativa de ficar bem na fita, o politico estaria até segurando em alça de caixão.
Enquanto isso, a administração municipal já desembolsou cerca de R$ 2,5 milhões em um contrato publicitário que teria sido direcionado à promoção da cor adotada pelo governo de Balieiro, o azul marinho, inclusive em latões de lixo espalhados pela cidade, uma estratégia de marketing que também se converteu em milhares de litros de tinta esparramados por diversos prédios públicos do município e até na estampa dos uniformes das crianças das creches municipais, o que rende uma enxurrada de publicações quase que diariamente nas redes sociais, postagens turbinadas por nomeados em cargos comissionados do prefeito, que custam anualmente quase R$ 50 milhões ao bolso dos contribuintes de Resende, aproximadamente 10% de tudo que o município arrecada.
Os eleitores de Paraty, cidade histórica do estado do Rio de Janeiro, voltaram às urnas neste domingo (4) para eleger, em pleito suplementar, o novo do prefeito. O escolhido é Luciano de Oliveira Vidal (MDB), vice na chapa encabeçada por Carlos José Miranda, o Casé, que venceu as eleições de 2016 e foi cassada nas três instancias da Justiça Eleitoral, sob a acusação de uso da máquina administrativa. Casé que tinha sido eleito em 2012, foi condenado por usar um programa social da Prefeitura, o Paraty, Minha Casa é Aqui para se reeleger. O resultado deste domingo mostrou a mesma disputa acirrada de 2016: Vidal foi eleito com 44,29% dos votos e o segundo colocado, José Carlos Porto Neto, o Zezé (PTB) – o mesmo da eleição anulada – obteve 44,12%. No pleito de 2016 Casé somou 38,71% e Zezé 38.68%.
Montado na máquina administrativa – O prefeito reeleito em 2016 foi denunciado por distribuir títulos de propriedade de imóveis, cartão de alimentação e realização de obras em terreno particular. Carlos José Gama Miranda tinha derrotado o então prefeito José Carlos Porto Neto em 2012 e partiu para a reeleição montado na máquina administrativa. Venceu com apenas cinco votos de vantagem, mesmo tendo distribuído 210 títulos de propriedade há menos de um mês da eleição e beneficiado os servidores municipais com a redução da carga horária de trabalho, passando de 44 para 40 horas por semana.
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