Presidente da Câmara de Belford Roxo teria perdido reduto para ex
Presidente da Câmara de Belford Roxo teria perdido reduto para ex
Unidade foi inaugurada no bairro Areia Branca
Serão contemplados 41 mil alunos da rede municipal de ensino
Além do prefeito de Belford Roxo a decisão beneficia dois deputados
Objetivo do “Busca Ativa” é evitar a evasão escolar
Fechado há três meses por falta de recursos para pagar salários, o Hospital Infantil de Belford Roxo, localizado no bairro Areia Branca, vai voltar a funcionar. Foi o que o prefeito da cidade, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, disse ontem (2), após encontro com representantes dos funcionários. Na reunião, classificada pelo prefeito como "proveitosa para que algumas dúvidas fossem sanadas", Waguinho destacou que uma de suas prioridades é que a Saúde continue funcionando bem. Entretanto, não foi marcada uma data para que a unidade seja reaberta. A preocupação de alguns quanto ao futuro do hospital se deve à escolha do ex-secretário de Saúde como interventor. Wander Louzada, como titular da pasta, de acordo com alguns fornecedores e prestadores de serviços, engavetava processos administrativos, o que resultava no atraso de pagamentos.
Unidade privada conveniada ao Sistema Único de Saúde, o Hospital Infantil de Belford Roxo foi reativado em julho de 2017 depois de nove meses fora de funcionamento. O HIBR foi foi encampado pelo município que, entretanto, passou a ter dificuldades de manter pediatras nos plantões, por conta de atraso no repasse dos recursos.
Meninos do Gogó da Ema se superaram na decisão
O corte de pelo menos 20 árvores nas ruas do bairro Vilar Novo, em Belford Roxo, deixou os moradores revoltados, já que, segundo eles, "não ofereciam perigo algum e enfeitavam as vias". Os moradores foram surpreendidos nesta segunda-feira (22) com a derrubada e querem que o secretário do Meio Ambiente, Flávio Gonçalves, se explique. "O meio ambiente nunca foi prioridade em nossa cidade e não está sendo diferente agora. Como não bastasse o descarte de lixo e de entulhos em áreas da periferia do município, agora tem a derrubada de árvores", lamenta um morador.
Mensagem de secretário de Belford Roxo nas redes redes sociais soou como oferecimento de companheiro de chapa ideal para si mesmo
O programa institucional Ouvidoria Itinerante do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro completa, no próximo mês de agosto, uma década de atividades, com atendimento e recolhimento de comunicações da população, em diversos pontos da região metropolitana e interior do estado. Os encontros, abertos aos cidadãos, são marcados pela comunicação direta, através de suas reclamações e denúncias sobre as mais diversas áreas nas quais o MPRJ atua, tais como Educação, Saúde, Meio Ambiente e Direitos Humanos. Desde o primeiro evento, realizado no dia 4 de agosto de 2009, na sede do clube Fluminense, em Laranjeiras, a Ouvidoria Itinerante do MPRJ atendeu mais de 23 mil pessoas e recebeu cerca de 7000 registros.
O projeto teve início na gestão do promotor de Justiça Gianfilippo Pianezzola, que esteve à frente da Ouvidoria/MPRJ entre os anos de 2009 e 2013. "Quando assumi o setor, verifiquei que seus usuários não vinham ao prédio do MPRJ, preferindo usar o site ou o telefone 127 para fazer as comunicações. Os atendimentos na sede eram poucos – 340 durante o ano de 2008. A Ouvidoria Itinerante fez parte deste projeto de aproximação da instituição com a sociedade, de abrir as portas do nosso prédio e nos apresentarmos às pessoas em suas próprias comunidades. O impacto foi imediato, também nos atendimentos internos. Tanto que, no ano de 2012, foram atendidas na sede 1.175 pessoas", afirmou, recordando ainda algumas dificuldades logísticas superadas à época: "Precisamos adquirir computadores, ter acesso à internet móvel e à eletricidade, além de pessoal que pudesse, legalmente, prestar serviços fora do prédio sede. Mas fomos evoluindo desde o primeiro evento, até a aquisição de um ônibus para dar suporte ao projeto. Era muito emocionante participar desta interação com a sociedade, especialmente quando atendíamos instituições ligadas às pessoas com deficiência. Conseguimos resolver várias demandas sociais. Além disso, o projeto foi um sucesso em termos de visibilidade da Instituição, pois os eventos sempre tinham grande divulgação da mídia, e eram precedidos de reuniões com as associações de moradores para divulgação".